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terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Nancy

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Nancy (valsa) - 1933 - Luiz Lacerda e Bruno Arelli

(D)
Busquei ansioso um pensamento
-----------Em
Que pudesse traduzir
----------------A7
O que minh’alma fez por ti
-----------------D
Dentro em meu peito assim senti
Tudo que pode oferecer
-----------D7 ------------G
A alma que vibra em mim
--------------Ab°--------- D
É uma canção que idealizei
----------E7 -----A7----- D---- A7/5+
Para poder cantar assim
------D --------------------Em
Ouve esta canção que eu fiz
----------------A7
Pensando em ti

------Em-------- A7----- F°---- D
É uma veneração, Nancy
---------------Em------ A7
Somente poderia a musa traduzir
---------Em----------- A7
Um nome que é poesia
-------D ------D7
Nancy
G------- Ab°--------- D
É a mais linda história de amor
-------------D7
Que conheci
------G---------- Ab°--- D ---------B7
Quando o teu nome assim eu repeti
---Em----- A7 ------D----- A7
Nancy, Nancy, Nancy

------D
Ouve esta canção
------------------Em------------- A7
Que eu mesmo fiz pensando em ti
------Em --------A7 -----D Gm D
É uma veneração, Nancy
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domingo, 9 de setembro de 2007

Mais uma valsa, mais uma saudade

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Mais uma valsa, mais uma saudade (valsa) - 1937
Lamartine Babo e José Maria de Abreu

-----D -----------------------------F°
Mais uma valsa / Mais uma saudade
----------D------- Eb°----- A7
De alguém que não me quis
Em---------------------------- Bb7 ---A7------- Em ---A7/5+---- D
Vivo cantando a sós pela cidade /------- Fingindo---- ser---- feliz

D7 -----------------------------G-------- E7
Fiz das lembranças uma coleção nem sei
----------------------------------Em------ A7
Quantas palavras no meu coração gravei
-----D -------------------------C7--- B7
Mais uma valsa / Mais uma saudade
-------Em----------- A7 ---------D
Saudade que nos vem de alguém
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terça-feira, 4 de setembro de 2007

Lábios que beijei

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É em 1937 que Orlando Silva Orlando Silva se impõe como cantor, igualando-se aos maiores rivais. Para isso, concorre decisivamente sua gravação de "Lábios que Beijei", valsa de enorme sucesso num ano pródigo no gênero.
O disco que tinha na outra face o samba Um juramento falso, a composição jamais encontrou outro intérprete tão perfeito quanto Orlando, então com 22 anos. É tamanha sua integração na história-ação, que se poderia simbolicamente considerá-lo parceiro na autoria de Cascata e Azevedo. Aliás, essa dupla deve boa parte de seu êxito a que lançou várias de suas músicas. O disco inicial de "Lábios que Beijei” com arranjo de Radamés Gnattali, destacando o naipe de cordas, movendo esse tipo de orquestração, que se tornaria a partir de então obrigatória na gravação do repertório romântico brasileiro.
Lábios que beijei (valsa) - 1937 - J. Cascata e Leonel Azevedo
  D           G7          D               B7
Lábios que beijei / Mãos que afaguei
Em A7 D A7
Numa noite de luar, assim,
D E7 A Gb7
O mar na solidão bramia / E o vento a soluçar, pedia
Bm E7 A7
Que fosses sincera para mim.
   D     G7        D                   B7
Nada tu ouviste / E logo que partiste
Em A7 D7
Para os braços de outro amor.
G Ab0 D B7
Eu fiquei chorando / Minha mágoa cantando
Em A7 D Gb7
Sou estátua perenal da dor.
 Bm          B7                  Em
Passo os dias soluçando com meu pinho
Gbm
Carpindo a minha dor, sozinho
Bm
Sem esperanças de vê-la jamais
           Bm6             Gbm
Deus tem compaixão deste infeliz
Db7
Porque sofrer assim
Em Gb7
Compadei-vos dos meus ais.
Bm Em
Tua imagem permanece imaculada
Gb7 Bm
Em minha retina cansada / De chorar por teu amor.
  Em                     Bm
Lábios que beijei / Mãos que afaguei
G7 Gb7 Bm
Volta! dá lenitivo à minha dor.
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E o destino desfolhou

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E o destino desfolhou (valsa) - 1937 - Mário Rossi e Gastão Lamounier-- clique para ouvir amostra da música
Am
O nosso amor traduzia
E7
Felicidade, afeição
E7/G#
Suprema glória que um dia
E7 Am
Tive ao alcance da mão


Mas veio um dia o ciúme
A7 A/G Dm/F Dm
E o nosso amor se acabou
Bm7/5- E7 Am
Deixando em tudo o perfume
E7 Am
Da saudade que ficou

E7 E7/G# Am Am/E
Eu te vi a chorar
E7 E7/G# Am A7
Vi seu pranto em silêncio correr
Dm Am
E parti a cantar
E7 Am
Sem pensar que doía esquecer

E7 E7/G# Am Am/E
Mas depois veio a dor
E7 E7/G# Am A7
Sofro tanto e esta valsa não diz
Dm Am
Meu amor, de nós dois
E7 Am
Eu não sei qual é o mais infeliz.
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Arranha-céu

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Arranha-céu (valsa) - 1937 - Sílvio Caldas e Orestes Barbosa--clique para ouvir amostra da música


A----- E7----------------- A
Cansei de esperar por ela,
Gb7 ------------------B7 ----E7-------------- A---- E7/5+
Toda a noite na janela / Vendo a cidade luzir
----A------ Gbm -----Dbm
Nestes delírios nervosos
------------------------Ab7----------------------- Dbm----- E7
Que os anúncios luminosos / São a cidade a mentir.

A----------- E7 --------A
E toda a vez que descia
------Gb7------------ B7 ----D7 -------------Db7 -----A7
O elevador não trazia / Essa mulher-maldição
D -----------Eb0------ A
E quando lento gemia
-------Gb7 -----------B7 ----E7 --------------A----- E7
O elevador que descia / Subia o meu coração.

Am------------------------- G7
Cansei de olhar os reclames
---------------------------F7
E disse ao peito não ames
----------------------------E7---- (E7)
Que o teu amor não te quer
-----G7------------------ C-------- C7-------------- F7
Descansa fecha a vidraça / Esquece aquela desgraça
-----------------------E7
Esquece aquela mulher.

-----Am------------------ G7
Deitei, então, sobre o peito
-------------------------------F7
Vieste, em sonho, ao meu leito
----------------------E7------- A7
E acordei. Que aflição !
--------Dm-------------- Am------------------- B7
Pensando que te abraçava / Alucinado apertava
---------E7------------- Am----- (Am)
Eu mesmo, meu coração
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Italiana

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Italiana (valsa) - 1936 - Osvaldo Santiago, Paulo Barbosa e José maria de abreu

Eu em tua voz ouvi
Gondoleiros a cantar
E Veneza entrevi
Flutuando ao luar
Na luz do teu olhar

Tu és italiana uma canção de amor
Teu beijo é para mim dos Alpes uma flor
Abriu-se em minh´alma um vulcão
Vesúvio da minha paixão

Tu és italiana a tela de um pintor
A musa de um poeta, a lira de um cantor
Teu riso me traz fragor de cristais
Enredos de romances sensuais
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Boa noite, amor

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A presença de Francisco Alves no rádio está marcada por esta valsa, prefixo e sufixo de suas audições. Além de gravada por ele duas vezes - em 1936 e 1950 -, a canção tem, na condição de prefixo, outras gravações suas de programas radiofônicos, como o realizado no Largo da Concórdia em São Paulo, em 26.09.52, que foi o último de sua vida.
No dia seguinte, um sábado, um caminhão que trafegava pela Via Dutra, à altura de Pindamonhangaba, chocou-se violentamente com seu automóvel, um Buick azul, tendo o cantor morte instantânea.
Chico, que não gostava de viajar de avião, estava com uma certa pressa de chegar ao Rio, a fim de se apresentar descansado em seu programa na Rádio Nacional, domingo ao meio-dia. (Curioso o horário desse programa, sempre anunciado pomposamente pela locutora Lúcia Helena: "Ao se encontrarem os ponteiros na metade do dia...").
"Boa Noite Amor" é a mais conhecida composição da dupla José Maria de Abreu e Francisco Matoso, sendo típica de um pianista (Abreu), como se percebe pelo detalhe harmônico nos compassos 13 a 16 ("Se eu souber que o sonho teu / foi o mesmo sonho meu...") de preparação à idéia principal, que é explorada de três maneiras diferentes. Tem também uma introdução cantada, o recitativo, marcante na obra de José Maria de Abreu e provavelmente herdada da música americana.
Já a letra, de Francisco Matoso, sobre uma despedida apaixonada, não foge ao trivial romântico da época. "Boa Noite Amor" teve uma gravação importante em 1972, que encerra emocionalmente o disco do ano de Elis Regina, em brilhante arranjo de César Camargo Mariano (ao piano), com orquestra de cordas. Embora pouca gente saiba, "Boa Noite Amor" possui uma letra em inglês, de Maria C. Rego, editada pela Vitale ("Good-night sweetheart / my love divine / my dreams belong to you...").

Boa noite amor (valsa) - 1936 - José M. de Abreu e Francisco Matoso-- clique para ouvir amostra da música

Gbm-------- B7 -----E
Quando a noite descer
Dbm----- Gbm -----B7--------- E---- Dbm
Insinuando ------um triste adeus
Gbm ------B7--------- E
Olhando nos olhos teus
Gb7---------- B--------- Gb7---- B7
Hei de, beijando teus dedos, dizer:
---------Am ----B7
Boa noite, amor
-----------D ------B7
Meu grande amor
-------E ----Db7---- Gbm
Contigo eu sonharei
---------Bm ----Ab7--- Dbm
E a minha dor esquecerei
-------------Gb7
Se eu souber que o sonho teu
----C7------------------ B7
Foi o mesmo sonho meu . . .

---------Am---- B7
Boa noite, amor
-------D------- B7
E sonha, enfim,
---------E -------E7 -------A ------Db7
Pensando sempre em mim,
----------A----------- B7
Na carícia de um beijo
---------E--------- Db7
Que ficou no desejo
--------Am ----------B7 -----E---- C7---- E
Boa noite, meu grande amor !
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segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Quase que eu disse

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silvio caldas

Quase que eu disse (valsa) - 1935 - Sílvio Caldas e Orestes Barbosaclique para ouvir amostra da música


A ----------C°----------- A-------------- E7-------- A
Na febre dos meus desejos / Fui à procura de beijos
---------Gb7--------- Bm --Gb7 --Bm----------------- E7
Em bocas tão desiguais / -------E agora de beijos farto
---Gb7 -------------------B7-------------------------- E7
Tristonho volto pro quarto / Quero chorar nada mais

A ------------C°------------ A------------ E7---------- A
Sabiam quanto eu te amava/ Sabiam porque eu falava
------Gb7 -----------Bm-- Gb7 --Bm ----------Dm ---------A
A todos do meu amor / ------------E logo a vespa da intriga
------Gb7--------- B7 -----Dm -----------E7--------- A ----E7
Originou esta briga /---- Oh! Minha amiga, que horror

Am-------- C7 ----------B7
Um coração sem carinho
E7
---------É como um galho que perde o ninho
------------------------A7 -------------Dm---- Dm6 ----Am
Na fúria de um vendaval / ------E é triste o ninho rolando
----------------------B7------------------------------ E7
Um passarinho cantando em busca de um canto igual

G7 ------------------------C------------------------ E7
Oh! Quanta desgraça junta / Toda a cidade pergunta
------------------------A7-------- Dm-------------- Am
E vai dizendo o que quer / Na mágoa que me devora
-------------------------B7 -------E7------------ Am
Quase que eu disse agora / O nome desta mulher

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Lágrimas

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Lágrimas (valsa) - 1935 - Cândido das Neves (Índio)--clique para ouvir amostra da música


Em---- Am------ Em---- Am---- Em--- Em/G
Ai, deixa-me chorar para suavizar
--------------B7
O que não sei dizer, mas sei sentir
Am ---------Am6------------------- B7
Não prantear um amor que se perdeu
É a nossa alma enganar
-------------------Em----- B7---- Em --Am ----Em--- Am
E ao próprio coração querer mentir / Rir é quase iludir
---------------E7 ----------------Am
É querer forçar o próprio coração a gargalhar
-----------Am6------- Em----- Gb7 ---B7--- Em------ E7
Quando ele está solitário na dor / ---A soluçar de amor
Am--------------------------- Em------------------ Em/G-- B7
É mais sublime a lágrima / Que exprime as nossas emoções
------------------Em -------------B7
Amenizando a alma cheia de ilusões
Am --------Am6------------------- Em
Do que sorrir para esconder a mágoa
-------------------Gb7------ B7----- Em
Que o olhar não diz / Não há ninguém feliz
Am----------- Am6-------------- Em
Quero fazer das lágrimas que choro
----------------B7---------------- Em
Estrelas a brilhar / Rosas de cristal
Do pranto emocional
Am
Mas se ela voltar
-----------------Em ----------------Gb7
Fulgente diadema então lhe ofertarei
---------B7--------- Em
Do pranto que chorei
Em -----Am----------- Em ---Am----------------- Em
Sim, quem nunca chorou /------- Certo nunca amou
-----------------B7
Talvez nem alma tenha para sentir
Am------- Am6------- B7
Não me faz inveja este prazer
Eu gosto até de padecer
----------------------Em---------- B7
Chorar é a mágoa em pérolas diluir
Em -----Am----- Em --Am
Mas quem quiser amar
------------------E7
Certo há de chorar
--------------------Am
Há de sentir morrer o coração
------------Am6--- Em -------Gb7
Porque o amor sendo belo falaz / Como os ais
-------B7 ----Em--- Am--- E
Se desfaz em ilusão
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Boneca

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Boneca (valsa-canção) - 1935 - Benedito Lacerda e Aldo Cabral--clique para ouvir amostra da música


-----Em------- B7--------- Em
Eu vi numa vitrine de cristal
----------------B7 ---------Em ----E7
Sobre um soberbo pedestal
-------------------------Am
Uma boneca encantadora
B7----------------------------------------- Em----- Em/G
No bazar das ilusões, no reino das fascinações
Gb7------------------------------ B7
Num cenário de dor todo de amor


---------Em---------- B7-------- Em
Seus lábios entreabertos a sorrir
-------------B7-------- Em----- E7
Na boca rubra a seduzir
---------------------Am
Como se fossem de verdade
-----------Am6-------- Em
Eram dois rubis serenos
----------------------Gb7----- B7--- Em ----Em/G
Dois símbolos carmenos de felicidade

B7
Seu cabelo tinha a cor do sol
---------Em
A irradiar rubros raios de amor
----------B7
Seus olhos eram circunvagos
----------Em--------------- Em/G
No romantismo azul dos lagos

-----------B7
Mãos ideais braços divinais
----------------------Em
O corpo algo sem par
Os pés muito pequenos
-----B7
Enfim eu vi nessa mulher
------------------Em
Uma perfeita Vênus
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A última estrofe

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Além de ter a melhor letra e a melhor melodia de Cândido das Neves, "A Última Estrofe" é sua canção mais popular. Não há seresteiro que a desconheça, com seus versos apaixonados ( "Lua, vinha perto a madrugada / quando em ânsias minha amada / nos meus braços desmaiou..."), tão representativos do parnasianismo exarcebado de seu autor. E por falar em seresteiro, coube a Orlando Silva uma participação importante na história de "A Última Estrofe". Gravada inicialmente por Fernando Castro Barbosa, foi na voz de Orlando que a composição tornou-se um sucesso, acompanhando-o por toda a carreira.

A última estrofe (valsa-canção) - 1935 - Cândido das Neves (Índio)--clique para ouvir amostra da música

(Dm)           (Gm)    (Dm)             (E7)
A noite estava assim enluarada, quando a voz
(
Dm) (E7) (A7) (Dm)
Já bem cansada / eu ouvi de um trovador
(
Dm) (Gm) (Dm)
nos versos que vibravam de harmonia, ele em
(
Eb) (Dm) (E7) (A7) (Dm) (A7) (Dm)
lágrimas dizia / da saudade de um amor
D7 Gm Eº
Falava de um beijo aapaixonado, de um amor
Dm Bb7 A7 D7
desesperado, que tão cedo teve fim
Gm Eº Dm
E, dos seus gritos e lamentos, eu guardei no pensamento
E7 A7 (Dm) (A7) (Dm) (A7)
uma estrofe que era assim:

ESTROFE:

D A7 D Bm
Lua, vinha perto a madrugada, quando, em ânsias, minha amada
Em B7 Em A7
em meus braços desmaiou. E o beijo do pecado
D A7
em seu véu estrelejado/ a luzir glorificou
D A7 D B7
Lua, hoje eu vivo tão sozinho, ao relento, sem carinho
Em Gm D
na esperança mais atroz, / de que cantando em noite linda
B7 E7 A7 D (A7) (Dm)
esta ingrata, volte ainda, escutando a minha voz
(
Dm) (Gm) (Dm) (Eb) (Dm)
A estrofe derradeira merencórea revelava toda a história
(
E7) (A7) (Dm) (Dm) (Gm) (Dm)
de um amor que não morreu. E a lua que rondava a natureza,
Eb (Dm) (E7) (A7) (Dm) (A7) (Dm)
solidária com a tristeza/entre as nuvens se escondeu.
D7 Gm Eº Dm
Cantor! Que assim falas à lua, minha história é igual à tua
Bb7 A7 D7 Gm
meu amor também fugiu. Disse a ele em ais convulsos
Eº Bb7 (E7) (Dm) (A7) (Dm) (A7)
Ele então entre soluços toda a estrofe repetiu

Lua . . . . (estrofe)
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Por teu amor

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Por Teu Amor (valsa - 1934) - Francisco Alves e Orestes Barbosa-clique para ouvir amostra da música


Ordena, fala, insinua / Diz o que queres de mim
Jardineiro da amargura / Eu tenho um triste jardim
As rosas nascem na mágoa / Só estas posso colher
Banhadas sempre na água / Do pranto do meu viver

Outras mulheres no meu cantar
Pensam que é delas a minha dor
Mas se tu queres manda calar
Tudo o que eu canto por teu amor
Só nesta valsa eu te diria
Como é tão falsa minha alegria
Como é mentira o meu cantar
Quando o teu nome vivo a ocultar
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Mimi

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A valsa "Mimi" é o grande sucesso de Uriel Lourival, um riograndense do norte, funcionário da Central do Brasil, que nas horas vagas era seresteiro e compositor. Seus versos rebuscados tinham por modelo os de Cândido das Neves, o Índio, por coincidência, também um ferroviário.
Só que em matéria de imagens pernósticas, de gosto duvidoso, o discípulo superava o mestre, o que se pode constatar na estrofe inicial de Mimi: "Dentro d'alma dolorida / eu tenho um riso teu / meu amor / teu sorriso de lindo albor / uma existência, um céu / tens na boca embelecida pérolas de luz / rubra ilusão do astral / perolário a iluminar / um eclipse do Sol com o luar...". Seguem-se mais quatro estrofes de feitio idêntico, todas sobre melodia difícil, cheia de graves e agudos.
Além desta, houve mais duas "Mimis" na música brasileira dos anos trinta as das marchinhas "Linda Mimi" (João de Barro) e "Cadê Mimi" (João de Barro e Alberto Ribeiro). Bem diferentes da valsa, essas Mimis tiveram como musa uma bela chinesinha, vendedora de uma loja de discos.

Mimi - 1a. Parte (valsa) - 1934 - Uriel Lourival---clique para ouvir amostra da música


-----G ----------------D7
Dentro d’alma dolorida
---------------------G----- D7
Eu tenho um riso teu
--G---E°------- Am
Meu a ----- mor
----B7 ----------------E7
Teu sorriso é um lindo albor
---A7----------------- D7
Uma existência um céu
----G------------------- D7
Tens na boca embelecida
--------------G
Pérolas de luz
------G7--------------- C
Rubra ilusão do austral
--------G°--------- G -----E7
Perolário a iluminar
-----------Am---- D7 --------G
Uma eclipse do sol com o luar
G7 ----------------------C
Num portento de alegria
----E7-------------------- Bb7---- A7
Deus teve uma idéia um di - -----a
F --------Gb° ----------------C -----A7
E------- pediu com santa pena
-------------------------D7
Que eu te trocasse amor
--------------------G7
Por Santa Madalena oh não
--------------------------C
Ah! Eu respondi chorando
-----E7---------------- Bb7------ A7
Deus! Senhor! Estou pe - can - do
-----F-------- Gb°-------- C---- A7
Mas, doce Pai não trocarei
----------D7-------- G7
Sem Mimi sem Mimi
----------C F C
Morrerei!
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segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Nancy

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Nancy (valsa) - 1933 - Luiz Lacerda e Bruno Arelli

(D)
Busquei ansioso um pensamento
-----------Em
Que pudesse traduzir
----------------A7
O que minh’alma fez por ti
-----------------D
Dentro em meu peito assim senti
Tudo que pode oferecer
-----------D7 ------------G
A alma que vibra em mim
--------------Ab°--------- D
É uma canção que idealizei
----------E7 -----A7----- D---- A7/5+
Para poder cantar assim
------D --------------------Em
Ouve esta canção que eu fiz
----------------A7
Pensando em ti

------Em-------- A7----- F°---- D
É uma veneração, Nancy
---------------Em------ A7
Somente poderia a musa traduzir
---------Em----------- A7
Um nome que é poesia
-------D ------D7
Nancy
G------- Ab°--------- D
É a mais linda história de amor
-------------D7
Que conheci
------G---------- Ab°--- D ---------B7
Quando o teu nome assim eu repeti
---Em----- A7 ------D----- A7
Nancy, Nancy, Nancy

------D
Ouve esta canção
------------------Em------------- A7
Que eu mesmo fiz pensando em ti
------Em --------A7 -----D Gm D
É uma veneração, Nancy
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Se ela perguntar

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Se ela perguntar (valsa) - 1932 - Dilermando Reis e Jair Amorim

--------------Dm ---------------------------Gm
Se ela um dia, por acaso perguntar por mim
---------------A7-------------- Dm----- A7
Diga, por favor, que eu sou feliz ...
---------Dm -------------Dm6 -------------Am
É preciso a própria mágoa disfarçar assim,
---------------------F E7------------------- Bb7--- A7
Dissimulando a dor à sombra de um sorriso...
--------Dm------------------------------------ Gm
Coração talvez não tenha aquela por quem dei
-----------------A7---------- Eb7--- D7
Tudo o que sofri e que sonhei
---------------Gm--------- E°----------- Dm
Estrela solitária que no céu do meu amor
--------------------------------E7
Eternamente, desde que brilhou,
-----A7 ---------Dm
Nunca se apagou!
-------A7----------------- Dm
Esperança de revê-la ainda
--------D7------------------ Gm
Amargura de poder somente
-----------------------E°--------------- Dm
Suplicar por ela, assim, alucinadamente
E7
Na paixão / Que é perdição / No amor
------------------A7
Que sempre é dor
---------------------Gm
Feliz porque não diz / As lágrimas que
------A7--------------------------- Dm
Sempre, sempre, esconderei sorrindo
---------D7--------------------- Gm
Desfolhando apenas malmequeres.
------------------E°--------------------- Dm
Pois ferir o coração é próprio das mulheres
--------E7------------ A7----- Dm
É sofrer, mesmo assim, é VIVER!

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domingo, 12 de agosto de 2007

Tardes de Lindóia

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Tardes de Lindóia - 1930 - Zequinha de Abreu e Pinto Martins

----A ----------E7----------- A
Tardes silenciosas de Lindóia
--------------C°------------ Bm---- Gb7
Quando o sol morre tristonho
-----Bm------------------------ E7
Tardes em que toda a natureza
----------------------------A------ E7
Veste-se de véu, e de sonho

-----A -----------E7-------------- A
Baixo os arvoredos murmurantes
-----Gb7--------------- Bm
Da tênue brisa a soprar
D----------- Eb°--------- A------ Gb7
Anjinho dos sonhos meus
--------------------B7-------------- E7------- A---- Db7
Não sabes tu como é sublime contigo sonhar
------Gbm------------------ Bm
Longe lá no horizonte calmo
-------------------------Db7
As nuvens se incendeiam
---------------------Gbm----- Db7
Num incêndio de luz
-----Gbm -------------------Db7
Vibra e se exalta minh’alma
--------------------------Gbm----- Db7
Na sensação que a seduz
Gbm------------------ Bm
Um plangente sino toca
----------------------------Db7
Chamando à prece a todos
--------------------------Gbm------ Gb7
Os que ainda sabem crer
-----------------------Bm
Então eu sonho e creio
---------------------Gbm
Beijar tua linda boca
---------------------Ab7- Db7- Gbm
Para acalmar o meu sofrer.
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Rapaziada do Brás

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Nenhuma música evoca melhor a velha São Paulo provinciana do início do século do que a valsa "Rapaziada do Brás". Composta em 1917 pelo futuro maestro Alberto Marino, então um menino de quinze anos, "Rapaziada do Brás" se tornaria conhecida no final da década seguinte, quando teve seu primeiro disco.
Muito bem estruturada no gênero em que foi concebida nem parece obra de um principiante -, a composição é essencialmente instrumental, forma em que aparece na maioria das gravações, embora possua letra. Uma homenagem à rapaziada do bairro de infância e adolescência do autor, serviu ainda de inspiração a outras valsas bairristas, como "Rapaziada da Moóca" e "Rapaziada do Bom Retiro".
Rapaziada do Brás (valsa - 1917) - Alberto Marino---clique para ouvir amostra da música

-----Em---------- B7--------- Em------------------------------- B7
Lembrar, deixem-me lembrar / meus tempos de rapaz no Brás
das noites de serestas / casais de namorados, e as cordas de um violão
----------------------------------------------------------Em
cantando em tom plangente, / Aqueles ternos madrigais.
------------B7 -------------Em -------------------------E7---- Am
Sonhar, deixem-me sonhar, / lembrando aquele amor fugaz.

------------------------------------B7--------------------- Em
Uma sombra em volta da penumbra / por trás da vidraça
-----------------------------------------B7
faz um gesto lânguido, / cheio de graça
----------------------------------------------Em
imagem de um passado / que não volta mais.

------------B7-------------------------------------------- Em
Tão somente uma recordação / restou daquele grande amor
-------------------B7---------------------- Em
daquela noite de luar / daquela juventude em flor
----------------B7----------------------------------------- Em
E hoje os anos correm muito mais / e a vida já não tem valor

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Branca

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"Aurora", "Branca" e "Elza" são os nomes femininos que intitulam três das mais conhecidas valsas de Zequinha de Abreu. Dessas, pelo menos "Branca" seria inspirada por uma musa verdadeira, a jovem Branca Barreto, filha do chefe da estação ferroviária de Santa Rita do Passa Quatro, terra do compositor.

Conta João Bento Saniratto - amigo de Zequinha, citado por Almirante num artigo publicado em O Dia - que a valsa foi composta de improviso, na presença de um grupo que conversava à porta do Grêmio Literário Recreativo. Como na ocasião a moça passasse pelo local, o autor (que era seu admirador) resolveu homenageá-la na composição.

"Branca" é uma bela valsa sentimental, de melodia triste, uma característica predominante na música de Zequinha de Abreu. Composta por volta de 1918, ganhou popularidade a partir de 1924, quando teve a sua primeira edição. Mas, ao que se sabe, somente seria gravada em 1931, no mesmo disco que lançou o Tico Tico no Fubá. Tem uma letra de Duque de Abramonte (Décio Abramo), embora seja uma valsa essencialmente instrumental.

Branca - Zequinha de Abreu e Duque de Abramonte---clique para ouvir amostra da música

Am-------------------------- A7------- Dm
Há tempos que a vi / Que eu a conheci
-----------------------Am
Ela era linda, um primor, de amor
-----B7------------------ E7
Misto de estrela e de flor
Am ----------------------A7------------ Dm
Mas também sofreu / Eu sei vou contar
---------------------Am --------E7------- Am
Pois li naquele olhar, / Cansado de chorar


E7 -----------------------Am
De tarde ao chegar / Os trens um a um
--------E7------------------------- Am
Ela viu desembarcar / Um estranho tentador
E7----------------------- Am ---------------A7
Vi Branca cismar / Num sono de amor
-----------Dm--------- Am ---------E7-------- Am
Ficou logo apaixonada / Do mancebo tentador


C------------ G7------------------------ C
Mas essa flor / Não sentiu florir o amor
---------------------G7 --------------------------C---- G7
Nunca o sentiu florir / Porque ele teve que partir
C--------------- G7--------------------------- C---- C7
Viu-o embarcar / Como um dia após o amar
F------ Fm--- C --A7 ------------------D7 ----G7
E nunca mais / ----Sentiu o puro amor
--------------------C
Do jovem tentador
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quinta-feira, 5 de julho de 2007

Eduardo Souto

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A obra variada do compositor Eduardo Souto, que teve parceiros tão famosos quanto João de Barro e Bastos Tigre, abrangeu gêneros como a valsa, o tango, o samba, a marchinha e o choro. Eduardo Souto nasceu em São Vicente SP, em 14 de abril de 1882. Aos seis anos de idade já tocava valsas no piano da família e aos 11 foi para o Rio de Janeiro RJ estudar o instrumento. Compôs sua primeira valsa, Amorosa, aos 14 anos. Em 1902 abandonou os estudos para se empregar num banco, onde trabalhou por 15 anos. Tomou-se famoso com o fado-tango O despertar da montanha (1919) (clique para ouvir a música), que adquiriu celebridade internacional.
Em 1920, o compositor fez sucesso no carnaval com a marchinha Pois não, com João da Praia, uma das composições pioneiras no gênero. Nesse mesmo ano, abriu a Casa Carlos Gomes, uma loja de música que se tornou ponto de encontro de compositores renomados. Organizava orquestras e corais e participava de peças teatrais musicadas quando foi designado pelo governo brasileiro paca organizar o programa musical de recepção aos reis da Bélgica.
O maior sucesso carnavalesco de Eduardo Souto foi Tatu subiu no pau (1924) (clique para ouvir a música), gênero em que se destacou também com Batucada (1931), em parceria com João de Barro, e Gegé (1932), com Getúlio Marinho. É autor do hino Glorioso, do Botafogo Futebol e Regatas, e da romântica Do sorriso das mulheres nasceram as flores, esta em parceria com Bastos Tigre. Em 1932, abandonou a música e voltou a trabalhar em banco. Eduardo Souto morreu no Rio de Janeiro em 18 de agosto de 1942.
Fonte:A Canção no Tempo - Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello - Editora 34
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quarta-feira, 4 de julho de 2007

Erothides de Campos

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Erothides de Campos, compositor e instrumentista, nasceu em Cabreúva SP (15/10/1896) e faleceu em Piracicaba SP (20/3/1945). Aos oito anos iniciou estudos de piano com Francisca Júlia da Silva, poetisa de renome e pianista, e aos 12 anos, integrava uma das bandas de sua cidade, época em que também começou a compor. Em 1905 deixou Cabreúva e matriculou-se, em São Paulo SP, no Liceu Coração de Jesus, onde foi descoberto como exímio flautista.
Em 1908 mudou-se para Piracicaba, onde integrou o conjunto musical da cidade. Nessa cidade, em 1917, escreveu a valsa Mariinha, com versos de Melo Aires, sua primeira composição impressa, editada para piano e orquestra em 1918, com pleno sucesso. Nesse ano transferiu-se para São Carlos SP, onde organizou a orquestra do Cine São Carlos.
Em 1923 passou a residir em Pirassununga SP, lecionando música e integrando o Grupo Chorão da cidade. Aí compôs sua obra máxima, a valsa Ave Maria (letra de Jonas Neves), gravada em 1926 por Pedro Celestino, na Odeon, e regravada várias vezes por outros cantores, como Augusto Calheiros (1939), Alvarenga e Ranchinho (1941) e Francisco Alves (1947). Voltou para Piracicaba em 1932, onde permaneceu até a morte. Aí lecionou química na Escola Normal Sud Mennucci, enquanto prosseguia sua trajetória como compositor. Era ainda excelente instrumentista: executava com perfeição a flauta e, também, clarineta, violão e piano.
Faleceu de um colapso cardíaco, deixando, seguramente, mais de 230 composições, que abrangem formas musicais variadas: valsas, choros, maxixes, marchinhas, tangos, sambas. Em sua carreira adotou os pseudônimos Gil Neves, Pan, Pan Eropos, Eropos; Jonas Neves, autor dos versos de pelo menos 50 de suas composições, não é pseudônimo, mas parte de seu próprio nome, pois assinou suas primeiras composições, ainda menino, como Erothides Jonas de Campos, sendo Neves sobrenome de sua mãe, Francisca da Silveira Neves.
Obras: Abençoai-nos, ó Maria (c/Melo Aires), canção, s.d.; Abram alas (c/Jonas Neves), choro, s.d.; Adeus de Pierrô (c/Jonas Neves), choro, s.d.; Adônis (c/Jonas Neves), fox-trot, s.d.; Adoração (c/Jonas Neves), valsa, s.d.; Aí, cavaquinho, choro, s.d.; Alma roceira (c/Jonas Neves), samba, s.d.; Alô! Brasil (c/Newton de Melo), marchinha, s.d.; Alvorada de lírios (c/Benedito Almeida Júnior), canção, s.d.; Amarílis, choro, s.d.; Ameno Guarujá, entreato, s.d.; Angélica esperança, valsa, s.d.; Ansiedade, valsa, s.d.; Aos corações (c/Jonas Neves), fox-trot, s.d.; Aspiração (c/Jonas Neves), valsa, s.d.; Até quando será (c/Chiquinho Neves), samba, s.d.; Ave Maria (c/Jonas Neves), valsa, 1926; Ária, s.d.; Bandeirante, fox-trot, s.d.; Uma barquinha azul (c/Gil Neves), canção, s.d.; Brejeiro, choro, s.d.; Caboclo sincero (c/Jonas Neves), s.d.; Caminho do paraíso, intermezzo, s.d.; Cantiga serrana (c/Benedito Costa), canção, s.d.; Caridade (c/Carlos Conceição), valsa, s.d.; Carinhosa, valsa, s.d.; A casinha onde nasci (c/H. Fonseca Júnior), choro, 1926; Um caso sério (c/Jonas Neves), samba, s.d.; Centenário de Pirassununga, dobrado, s.d.; Cheia de mágoas (c/Jonas Neves), valsa, s.d.; Chereta (c/Benedito Costa), canção, s.d.; A cigarra (c/Teófilo Otoni da Fonseca), fado-tango, s.d.; Colombina (c/Jonas Neves), marcha, s.d.; Como eu te quero bem, valsa, s.d.; Condores do Brasil (c/Jonas Neves), charleston, s.d.; Convite à valsa, valsa, s.d.; Copacabana (c/Jonas Neves), marcha, s.d.; As covinhas do teu rosto (c/Jonas Neves), maxixe, s.d.; Dá-me o teu coração (c/Jonas Neves), valsa, s.d.; De déu em déu, maxixe, s.d.; De fio a pavio, maxixe, s.d.; Desdém (c/Jonas Neves), samba-canção, s.d.; Despedida (c/F Penteado), canção, s.d.; Dobrado cabreuvano, dobrado, s.d.; Dona Gilda, valsa, s.d.;Dr. Mamede, s.d.; Encantamento, fox, s.d.; Enlevo (c/H. Fonseca Júnior), fox-trot, s.d.; Esperto, choro, s.d.; Está na hora (c/Jonas Neves), marcha-rancho, s.d.; Êxtase (c/Pedro Voss Filho), valsa, s.d.; Filhinha, valsa, s.d.; Flor do mal (c/Paulo Cisne), valsa, s.d.; Flor do sertão (c/Jonas Neves), samba, s.d.; Frenesi (c/Jonas Neves), fox-trot, s.d.; Frou-Frou (com Téofilo Otoni da Fonseca), choro, s.d.; Goal, tango, s.d.; Gracinha (com H. Fonseca Júnior), choro, s.d.; Grata recordação (com H. Fonseca Jr.), valsa, s.d.; Hás de ser minha, fox, s.d.; Hino à criança (com Melo Aires), s.d.; Hino do Grupo Escolar Pedro Crem, s.d.; Hino do Regatas (com Silvio de Aguiar Souza), s.d.; Hino Oficial do Grupo Prudente (com Melo Aires), s.d.; Iaiazinha, valsa, s.d.; Ideal consolador (com Jonas Neves), valsa, s.d.; Idílio campestre, pastoral, s.d.; Ilusões caladas (com H. Fonseca Júnior), valsa, s.d.; Ingratidão, valsa, s.d.; Isso é contrabando!(com XXX), marcha, s.d.; Legalista, marcha, s.d.; Lembrança de Chinho, valsa, s.d.; Lembrança dos meus doze anos, dobrado, s.d.; Longe de meu bem (com Melo Aires), valsa, s.d.; Madre Helena (com Querubim Correia), tango, s.d.; Madrigal (com Jonas Neves), shimmy-fox-trot, s.d.; Mágoa sertaneja (com Amadeu Colombo), samba, 1927; A mamaezinha (com Luís Leandro), canção, s.d.; Mandinga (com Jonas Neves), samba, 1925; Marcha fúnebre, s.d.; Mariinha (com Melo Aires), valsa, 1918; Marisol, valsa, s.d.; Mary (com Jonas Neves), tango, s.d.; Mary (com Cegê), valsa, s.d.; Mau olhado (com Jonas Neves), samba, s.d.; Meg, valsa, s.d.; Meigos olhos (com Jonas Neves), valsa, s.d.; Melindrosinha (com Jonas Neves), charleston, s.d.; Melodia da fé (com OXS), valsa, s.d.; Menina dos olhos (com Jonas Neves), choro, s.d.; Mensagem de amor (com Jonas Neves), valsa, s.d.; Os meus ais (com Jonas Neves), samba, 1925; Miragem, valsa, s.d.; Mirtes, valsa, s.d.; Misteriosa (com Jonas Neves), valsa, s.d.; Murmúrios do Piracicaba (com Gil Neves), canção, s.d.; Murmúrios sonoros (com H. Fonseca Júnior), valsa, s.d.; Nas asas dum querubim (com Jonas Neves), valsa, s.d.; Uma noite em Campinas, s.d.; Nostalgia (com Gil Neves), canção, s.d.; Oh! Fala se me amas (com Jonas Neves), valsa, s.d.; Olhar que me fascina (com Jonas Neves), valsa, s.d.; Olivetti (com H. Fonseca Júnior), marcha, s.d.; Ouvir estrelas (com Jonas Neves), fox-trot, s.d.; Palhaço (com Pedro Voss Filho), tango, s.d.; Pan, ragtime, 1919; Paraíba, canção, s.d.; Pastor Bonus, elegia, s.d.; Patriarca, marcha, s.d.; Pif-paf, one-step, s.d.; Plenilúnio, choro, s.d.; Plenilúnio, fox-trot, 1927; Pombinhos (com Jonas Neves), samba, s.d.; Porto Artur, dobrado, 1907; Prece de Natal, s.d.; Preces de amor (com Benedito Almeida Júnior), valsa, s.d.; Primeiro amor (com Jonas Neves), charleston, s.d.; Primeiro de Março, choro, s.d.; Procópio amoroso (com Jonas Neves), choro, s.d.; Queixumes (com H. Foncesa Júnior), samba, s.d.; Queridinha, berceuse, s.d.; Quiproquó, tango, s.d.; Redemoinho, choro, s.d.; Um róseo Carnaval, marcha, s.d.; Sala de espera (com Chiquinho Neves), fox-trot, s.d.; Salta, meu bem, na canoa! (com H. Fonseca Júnior), samba, s.d.; Saudades daqui (com Melo Aires), valsa, s.d.; Saudades de Nhonhô, s.d.; Segredo (com Viviani), canção, s.d.; Sê minha para sempre (com Jonas Neves), valsa, s.d.; Sentinela (com Jonas Neves), fox-trot, s.d.; Separação (com Arnaldo Arantes), tango, s.d.; Separação (com Melo Aires), , valsa, s.d.; Serenata, valsa, s.d.; Sereno, choro, s.d.; Sertaneja (com Luís Leandro), canção, s.d.; O sertanejo sorteado (com Chiquinho Neves), samba, s.d.; Seu Tibúrcio da Mangueira (com Joaquim Luís), revista-burleta, s.d.; Sinos do Natal (com H. Fonseca Júnior), tango, s.d.; Sonhador (com Jonas Neves), fox-trot, s.d.; Sonhar venturas (com Jonas Neves), valsa, s.d.; Sonho de primavera (com Francisco Lagreca), valsa, s.d.; Sonho oriental, valsa, s.d.; Talismã, choro, s.d.; Talvez, valsa, s.d.; Teu doce amor (com Jonas Neves), valsa, s.d.; O teu passinho (com Jonas Neves), choro, s.d.; O teu pezinho (com Chiquinho Neves), samba, s.d.; Tristeza campesina (com Amadeu Colombo), canção, s.d.; Valsa do adeus (com Leandro Guerrini), s.d.; Velho Anhembi (com Jonas Neves), fox-trot, s.d.; Vera (com G. Pesce), valsa, s.d.; Vida campesina (com Melo Aires), canção, s.d.; Vinte e Cinco de Julho, valsa, s.d.; Viola magoada (com Leandro Guerrini), canção, s.d.; Vivo triste, ò Maria (com Jonas Neves), samba, s.d.; Você compreende, polca, s.d.; Volúpia de cantar (com Pedro Voss Filho), tango, s.d.
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