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terça-feira, 4 de setembro de 2007

Lábios que beijei

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É em 1937 que Orlando Silva Orlando Silva se impõe como cantor, igualando-se aos maiores rivais. Para isso, concorre decisivamente sua gravação de "Lábios que Beijei", valsa de enorme sucesso num ano pródigo no gênero.
O disco que tinha na outra face o samba Um juramento falso, a composição jamais encontrou outro intérprete tão perfeito quanto Orlando, então com 22 anos. É tamanha sua integração na história-ação, que se poderia simbolicamente considerá-lo parceiro na autoria de Cascata e Azevedo. Aliás, essa dupla deve boa parte de seu êxito a que lançou várias de suas músicas. O disco inicial de "Lábios que Beijei” com arranjo de Radamés Gnattali, destacando o naipe de cordas, movendo esse tipo de orquestração, que se tornaria a partir de então obrigatória na gravação do repertório romântico brasileiro.
Lábios que beijei (valsa) - 1937 - J. Cascata e Leonel Azevedo
  D           G7          D               B7
Lábios que beijei / Mãos que afaguei
Em A7 D A7
Numa noite de luar, assim,
D E7 A Gb7
O mar na solidão bramia / E o vento a soluçar, pedia
Bm E7 A7
Que fosses sincera para mim.
   D     G7        D                   B7
Nada tu ouviste / E logo que partiste
Em A7 D7
Para os braços de outro amor.
G Ab0 D B7
Eu fiquei chorando / Minha mágoa cantando
Em A7 D Gb7
Sou estátua perenal da dor.
 Bm          B7                  Em
Passo os dias soluçando com meu pinho
Gbm
Carpindo a minha dor, sozinho
Bm
Sem esperanças de vê-la jamais
           Bm6             Gbm
Deus tem compaixão deste infeliz
Db7
Porque sofrer assim
Em Gb7
Compadei-vos dos meus ais.
Bm Em
Tua imagem permanece imaculada
Gb7 Bm
Em minha retina cansada / De chorar por teu amor.
  Em                     Bm
Lábios que beijei / Mãos que afaguei
G7 Gb7 Bm
Volta! dá lenitivo à minha dor.
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Um juramento falso

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Um juramento falso (samba) - 1937 - J. Cascata e Leonel Azevedo-- clique para ouvir amostra da música
Tom: E

E7 A7 D
Um juramento falso / Faz a gente sofrer
Db7 Gbm
Um sorriso fingido / Dos lábios d’uma mulher
G Gm D B7
Quando se tem amizade / Sofre-se dor de verdade
E7 A7 D D/Gb F°
Sempre com os olhos fitos / Na felicidade.
Em A7 D
E duro, é triste, é cruel / A dor de uma saudade
Gb7 B7
Quando se teve nas mãos / A felicidade
(Bb7) (Bb7) D
Foi um sonho que feneceu / Foi mais outra quimera
B7 E7
Que se desfez / Eu já fiz um juramento
A7
E não amo outra vez.
Em A7 D
Eu que sempre acreditei / Na possibilidade
Gb7 B7
De ver passar este amor / Para a eternidade
(Bb7) (Bb7) D
Quanto fui tolo, confesso / Isso é conto de fada
E7 A7
É tapiação / O amor nunca existiu / É interesse é ilusão
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Mágoas de Caboclo

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Mágoas de caboclo (canção) - 1936 - J. Cascata e Leonel Azevedo--clique para ouvir amostra da música


----Am7------ E7------------- Am7
Cabocla seu olhar está me dizendo
----------C7 --------------F7
Que você está me querendo
------------------------E7----- A7
Que você gosta de mim
--------Dm7 ------Dm ----------Am7
Cabocla, não lhe dou meu coração
-------------------------B7
Hoje você me quer muito
---------E7 ---------------Am--- E7-- Am --F7
Amanhã não quer mais não


----------E7----------------------- Am
Não creio mais em amor nem amizade
----------------------E7----------------------- Am------ A7
Vivo só para a saudade que o passado me deixou

Dm7 --------------------------Am
A vida para mim não vale nada
-----------------------------Bb
Desde o dia em que a malvada
----------E7------------- Am----- E7
O coração me estraçalhou


--------Am-------- E7--------- Am
Às vezes pela estrada enluarada
-----------C7--------- F7---------------------- E7----- A7
Julgo ouvir uma toada que ela para mim cantava
------Dm7---------------------- Am7
Quando eu era feliz e não pensava
-------------------------------B7
Que a desgraça em minha porta
------------E7----------- Am
Passo a passo me rondava


----E7---------------------------- Am
Depois que ela partiu eu fiquei triste
------------F -----------E7
Nada mais pra mim existe
----------------------Am-------- A7
Vivo no mundo a penar
--------Dm7-------------------------- Am
E quando eu penso nela oh grande Deus

-----------------------Bb---- E7 ---Am
Eu sinto nos olhos meus triste lágrima a rolar

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segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Minha Palhoça

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Todas as delícias da vida campestre - o pomar, o riachão, a passarada, a fonte ao pé do monte - são aqui oferecidas à mulher amada, para ela trocar a cidade pelo sertão. Mas, por via das dúvidas, o convite é reforçado com a promessa de alguns bens da civilização - um rádio, uma Kodak... - pois, afinal, conforto nunca faz mal a ninguém.
Seguindo a linha "rancho-fundo", tão em moda na época, "Minha Palhoça" consagrou-se como um dos melhores sambas do gênero, enriquecendo simultaneamente o repertório de dois cantores: Luís Barbosa, que o popularizou no rádio, e Sílvio Caldas, que a gravou. Curiosa a história de Luís Barbosa. Considerado por muitos o grande sambista de sua geração, teve a carreira quase restrita ao rádio, gravando somente 21 discos.

Minha Palhoça (samba) - 1935 - J. Cascataclique para ouvir amostra da música

A7M  F#7  Bm7  E7/4   E7

A7M
Se você quisesse
E7 A7M
Morar na minha palhoça
E7
Lá tem troça, se faz bossa
A7M Bb° Bm7
Fica lá na roça à beira do riachão

E à noite tem um violão
C#7
Uma roseira
F#m7
Cobre a banda da varanda
F#7 B7
E ao romper da madrugada
G#7
Vem a passarada
E7
Abençoar nossa união

Bm7
Tem um cavalo
E7
Que eu comprei em Pernambuco
A7M
E não estranha a pista

Tem jornal, lá tem revista
A7 D
Uma kodak para tirar nossa fotografia

Vai ter retrato todo dia
Dm A7M
Um papagaio que eu mandei vir do Pará
F#m Bm7
Um aparelho de rádio-batata
E7 A7M
E um violão que desacata


(Solo de clarineta)

B7
Meu Deus do céu que bom seria…

A7M
Se você quisesse... (até)
E7
Abençoar nossa união

Bm7
Tem um pomar

Que é pequenino,
E7
É uma tetéia
A7M
É mesmo uma gracinha

Criação, lá tem galinha
A7
Um rouxinol
D
Que nos acorda ao amanhecer

Isso é verdade pode crer
Dm
A patativa
A7M
Quando canta faz chorar

(Repete 3 vezes):
F#m Bm7
Há uma fonte na encosta do monte
E7 A7M
A cantar chuá-chuá
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terça-feira, 3 de julho de 2007

J. Cascata

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J. Cascata (Álvaro Nunes), compositor, nasceu no Rio de Janeiro RJ, em 23/11/1912 e faleceu em 27/1/1961. Filho de Álvaro Nunes e Leonor Neves Nunes, nasceu no bairro de Vila Isabel, tendo crescido em ambiente musical, pois os irmãos tocavam e o pai cantava. A casa era freqüentada por cantores e instrumentistas amigos da família, como Pedro Galdino, Pedro Flauta e o bombardino José Seixas, entre outros.
Em 1919, quando contava sete anos de idade, mudou-se com a família para o bairro de Abolição, perto do Meyer e no ano seguinte ingressou na escola pública. Gostando muito de música, aos dez anos já fazia suas primeiras tentativas como compositor, época em que também começou a interessar-se em aprender violão.
Em 1929, com a morte do pai, teve que arranjar emprego para auxiliar no sustento da família. Foi então convidado por um amigo a integrar como cantor o Conjunto Grupo do Mato, do qual faziam parte Luís Bernardes, Newton Teixeira, Valzinho, Euclides Lemos e Luís Bittencourt, entre outros. No entanto, insatisfeito com a posição de cantor no grupo musical, sentiu necessidade de tocar algum instrumento. Decidiu-se então a aprender violão com Jorge Seixas, que residia no subúrbio do Rocha, e para custear as aulas trabalhava como jogador no Carioca Futebol Clube, da Gávea.
Nessa época, resolveu mostrar ao professor de violão uma marcha-rancho que havia composto e que imediatamente agradou a Seixas e seus amigos. Sem ter um nome, a música transformou-se em grande sucesso no Carnaval de 1929, ficando conhecida como a "música do Cascata", apelido que lhe haviam dado em criança.
A partir de então, já conhecido como Cascata, aumentou muito seu círculo de amizades, freqüentando as rodas de samba, onde cantava e tocava ao lado de Noel Rosa, João Petra de Barros, Lamartine Babo e Ary Barroso, entre outros.
Recebeu convite de Cristóvão de Alencar para apresentar-se em rádio, estreando em 1931, ainda como Álvaro Nunes, no programa de Manuel Barcelos, da Rádio Cajuti. Logo depois, foi para a Rádio Clube do Brasil, de onde passou para a Rádio Philips, atuando no programa Horas do Outro Mundo, ao lado de Leonel Azevedo, que viria a ser seu grande parceiro. Por essa época, resolveu adotar um pseudônimo, e como já era chamado de Cascata pela família e conhecidos, só acrescentou o J, tornando-se J. Cascata.
Em meados de 1935, teve suas primeiras composições gravadas por Orlando Silva, seu grande amigo e vizinho, o samba Para Deus somos iguais (com Jaime Barcelos), na Victor, e a valsa O teu olhar, gravada por João Petra de Barros na Odeon. Em agosto do mesmo ano, ainda na Odeon, Sílvio Caldas gravou uma composição sua, que vinha alcançando sucesso em rádio pela voz de Luís Barbosa, o samba Minha palhoça.
Já considerado como um dos maiores compositores da época, deixou, com Leonel Azevedo, o programa Horas do Outro Mundo, transferindo-se para Hora Sertaneja, de Renato Murce, na mesma Rádio Philips. Nesse programa, passou a ser- lhes exigido que cantassem músicas de sua própria autoria, exigência responsável por uma das maiores duplas de compositores brasileiros. Em fins do mesmo ano, suas duas primeiras músicas, Mágoas de caboclo e História joanina foram apresentadas, tornando-se rapidamente conhecidas, assim como seus autores.
Em maio de 1936, Orlando Silva gravou-as pela Victor, além do samba Tristeza (com Cristóvão de Alencar). Mágoas de caboclo voltaria a ser gravada por Orlando Silva em 1942.
Em março de 1937, o mesmo cantor gravou mais duas composições da dupla que obtiveram grande êxito, o samba Juramento falso e a valsa Lábios que beijei, lançados em maio daquele ano. Já marcada pelo sucesso, a dupla lançou sua primeira composição carnavalesca, a marcha Não pago o bonde, gravada por Odete Amaral, em julho de 1937, para o Carnaval do ano seguinte. Nessa época, freqüentava meios artísticos e de sambistas cariocas, mas seus principais encontros aconteciam no quartel-general dos músicos de então, o Café Nice.
Temporariamente afastado de seu parceiro Leonel, compôs com Antônio Almeida, Bide, Sá Róris e Nássara, tendo feito grande sucesso em fins de 1938 com o samba-canção Meu romance, gravado por Orlando Silva. No mesmo ano, voltou à parceria com Leonel, que se manteve até 1940 com a mesma qualidade musical, embora não obtendo o sucesso anterior. Dessa fase só se destacaram Quem foi?, gravado por Carlos Galhardo em 1939, Quero voltar aos braços seus, lançado em disco por Orlando Silva no ano seguinte, e Símbolo sagrado, gravado por Sílvio Caldas ainda em 1940. Contudo, compondo separadamente com outros parceiros, tanto um como o outro obtinham sucesso, o que os afastou profissionalmente.
Em 1941, um dos maiores sucessos foi o seu samba Lágrimas de homem, gravado em março por Orlando Silva, tendo também alcançado êxito com Santo Antônio amigo (com Marino Pinto e Zé da Zilda), lançado em disco por João Petra de Barros.
Em 1942 e 1943, passou a dedicar-se somente ao seu clube de danças, em Irajá, e ao seu cargo de funcionário do Departamento de Saúde Pública. Como compositor, reapareceu em 1944 com o samba Não serás feliz, gravado por Orlando Silva na Odeon e, dois anos depois, pela mesma gravadora e cantor Ela vai voltar (com Leonel Azevedo).
Daí em diante, o cenário musical do país passou por modificações marcadas pelo baião e pelo bolero. Não mais como compositor, reapareceu mais tarde no Conjunto da Velha Guarda, reorganizado por Almirante em 1954 e com o qual gravou como cantor e ritmista dois LPs, pela Sinter. Apresentou-se ainda com o conjunto na boate Casablanca, época em que quase não compunha mais, datando suas últimas músicas, gravadas por Orlando Silva na Copacabana, dos anos de 1952 a 1954.
Reapareceu como compositor em 1955, com o hino Bem-vindos, congressistas (com Murilo Caldas), para a recepção aos participantes do Congresso Eucarístico Mundial, realizado em janeiro daquele ano no Rio de Janeiro. No ano seguinte o cantor Carlos Augusto lançou pela Sinter o LP J. Cascata e Leonel Azevedo na interpretação de Carlos Augusto.
Na última fase de sua vida, dedicou-se ao trabalho de assistente de direção artística da gravadora Sinter e, a seguir da Prestige, hoje extinta.
Obra completa
A que ponto chegaste (c/Leonel Azevedo), samba, 1949; Africana (c/Heitor dos Prazeres), marcha, 1940; Ali- babá num pangaré (c/Haroldo Lobo), marcha, 1940; Anastácio (c/Nássara), marcha, 1940; Anjo inspirador (c/Sá Róris), valsa, 1939; Ao cair da noite (c/Leonel Azevedo), valsa serenata, 1939; Até quando (c/Luis Bittencourt), marcha, 1958; A barba cresceu (c/Nássara), marcha, 1960; Bebida e trabalho (c/Nássara), marcha, 1959; Beijando as tuas mãos (c/E. Correia da Silva), valsa, 1949; Bem vindos, congressistas (c/Murilo Caldas), canção, 1955; Canção do peregrino (c/Murilo Caldas), 1955; Um chorinho pro Gilberto (c/Plínio Gesta), choro, 1960; A dança dos cossacos (c/Nássara), marcha, 1957; De que vale a vida sem amor (c/Sá Róris e Leonel Azevedo), choro, 1954; Depois que você me deixou (c/Nássara), marcha rancho, 1940; Desilusão (c/Leonel Azevedo), samba, 1940; Diga que você me deixou (c/Nássara), marcha-rancho, 1941; Disse um poeta (c/Nássara), samba, 1939; E frio ou quente? (c/Nássara), marcha, 1960; É o maior (c/Nássara), marcha, 1956, É o que ela quer (c/Luís Bittencourt), marcha, 1961; Ela vai voltar (c/Leonel Azevedo), samba, 1946; Escravo do amor (c/Leonel Azevedo e Lilinha Fernandes), samba, 1953; Eu e você (c/Jaime Barcelos), fox-canção, 1939; Eu já mandei (c/Leonel Azevedo), batucada, 1939; Eu, sempre eu (c/Alberto Rego), samba-canção, 1970; Eu sou capaz (c/Leonel Azevedo), samba, 1940; Fernandinho (c/Bento Ferreira Gomes), samba, 1958; Fiz este samba chorando (c/Leonel Azevedo), 1938; Foi um sonho (c/Roberto Martins), samba, 1939; História antiga (c/Nássara), marcha, 1939; História de amor (c/Humberto Porto), samba-canção, 1938; História joanina (c/Leonel Azevedo), canção, 1936; Jamais me apaixonei (c/Leonel Azevedo), samba-canção, 1954, Juramento falso (c/Leonel Azevedo), samba, 1937; Jurei, mas fracassei (c/Antônio Almeida), samba, 1938, Lábios que beijei (c/Leonel Azevedo), valsa, 1937; Lágrimas de homem, samba, 1941; Linda suburbana (c/Nássara), marcha, 1958; Longe, muito longe (c/Leonel Azevedo), samba, 1939; Mágoas de caboclo (c/Leone[ Azevedo), canção, 1936; Mágoas de um trovador (c/Manezinho Araújo), canção, 1938; Marcha de Copacabana, 1949; Marcha do chofer (c/Luis Bittencourt) 1958; Marchinha da “morango” (ciLuis Bittencourt) marcha, 1957; Maria (c/Leonel Azevedo), valsa, 1939; Maria Antonieta (c/Haroldo Lobo), marcha, 1939; Marmelo é fruta gostosa (c/Osvaldo Orico), samba, 1957; Meu romance, samba-canção, 1938; Minha história (c/Leonel Azevedo), valsa, 1935; Minha palhoça, samba, 1935; Na casa do seu Tomás (c/Nassara) marcha, 1939; Não chores (c/Leonel Azevedo), samba, 1937; Não foi o tempo (c/Leonel Azevedo), 1955; Não pago o bonde (c/Leonel Azevedo), marcha, 1937; Não serás feliz, samba, 1944; Não te quero bem nem mal (c/Leonel Azevedo), samba, 1953; Não voltarei atrás (c/Nássara), samba, 1956; Ninguém vem ouvir meus ais, samba, 1942; No fim do nosso amor (c/Roberto Martins), marcha, 1938; Para Deus somos iguais (c/Jaime Barcelos), samba, 1935; Pedras dispersas (c/A. Araújo e Leonel Azevedo), valsa, 1951; Pierrô moderno (c/Jaime Barcelos), marcha, 1938; Perdão (c/Leonel Azevedo), valsa, 1940; Perdido de amor (c/Nássara), samba canção, 1959; Poema de amor (c/Leonel Azevedo), samba, 1973; Pra esquecer (c/Luis Bittencourt), choro, 1958; Pra não sofrer (c/Luís Bittencourt), samba, 1959; Pra que velho quer broto (c/Helio Lobo), marcha, 1953; Pulo do gato (c/F. Correia da Silva), marcha, 1939; Quando ela passa (c/Luís Bittencourt), samba, 1960; Quanta saudade (c/Leonel Azevedo), samba, 1970; Quem é que não chora (c/Leonel Azevedo), samba, 1973; Quem espera sempre alcança (c/Leonel Azevedo), samba, 1941; Quem foi? (c/Leonel Azevedo) samba-canção, 1939; Quem será (c/Nássara), marcha, 1958; Quero voltar aos braços teus (c/Leonel Azevedo), valsa, 11940; Rabicho (c/Leonel Azevedo), samba, 1973; Rainha dos cabarés (c/Leonel Azevedo), samba, 1953; Refletindo bem (c/Nilson Batista), samba, 1940; Retratinho (c/Leonel Azevedo), samba, 1956; Revivendo (c/Leonel Azevedo), valsa, 1938; Sabe quem e? Você (c/Antônio Almeida), marcha, 1938; Saber (c/Leonel Azevedo), samba, 1953; Salve, marujo (c/Nassara), marcha, 1957; O samba é um lamento (c/Nássara), samba, 1959; Samba triste (c/Leonel Azevedo), samba-canção, 1938; Santo Antônio amigo (c/Zé da Zilda e Marino Pinto), samba, 1941; São dois loucos (c/Nássara), samba, 1958; Seja o que Deus quiser (c/Leonel Azevedo), samba, 1954; Símbolo sagrado (c/Leonel Azevedo), samba, 1940; Só ela (c/Leonel Azevedo), samba, 1940; Um sorriso... uma frase... uma flor (c/Leonel Azevedo), valsa, 1939; O teu olhar, valsa, 1935; Todos cantam seus amores (c/Leonel Azevedo), marcha, 1940; Trapeiro (c/Leonel Azevedo), samba, 1959; Tristeza (c/Cristóvão de Alencar), samba, 1936; Vai com Deus (c/Leonel Azevedo), samba-canção, 1953; Vai, meu samba (c/Leonel Azevedo), samba, 1940; Velhos tempos (c/Leonel Azevedo), samba, 1956; Você devia saber (clNássara), samba, 1958; Vou sair de Pai João (c/Leonel Azevedo), marcha, 1939.
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