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segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Não tem tradução

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Em 1933 Francisco Alves gravava o samba "Não Tem Tradução", de Noel Rosa. É uma crítica aos efeitos da influência do "cinema falado" sobre a língua pátria, com a adoção de expressões em francês e inglês. A letra diz "essa gente que tem a mania da exibição" e "não se lembra que o samba não tem tradução".


Não tem tradução - 1933 - Noel Rosa, F. Alves e Ismael Silva-clique para ouvir amostra da música

Tom: A
A7         F                  Dm            A
O cinema falado é o grande culpado da transformação
Em A7
Dessa gente que sente que um barracão
D
prende mais que o xadrez
Dm G7/9 A C#
Lá no morro, seu eu fizer uma falseta
F#7 C B7 E7 A6/9
A Risoleta desiste logo do francês e do Inglês
Em A7 D7+
A gíria que o nosso morro criou
B7 E7 C#
Bem cedo a cidade aceitou e usou
F#7 Bm Dm G7/9
Mais tarde o malandro deixou de sambar, dando pinote
C#m F#7 Bm E7 A
Na gafieira dançar o Fox-Trote
F Dm A
Essa gente hoje em dia que tem a mania da exibição
Em A7 D
Não entende que o samba não tem tradução no idioma francês
Dm G7/9 A
Tudo aquilo que o malandro pronuncia
F#7 B7 E7 A
Com voz macia é brasileiro, já passou de português
Em A7 D
Amor lá no morro é amor pra chuchu
B E7 C#
As rimas do samba não são I love you
F# Bm Dm G7/9
E esse negócio de alô, alô boy e alô Johnny
C#m F#7 Bm E7 A Dm A
Só pode ser conversa de telefone..
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Uma jura que fiz

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Uma Jura Que Fiz - 1932----clique para ouvir amostra da música
Ismael Silva, Francisco Alves e Noel Rosa

Não tenho amor / Nem posso amar
Pra não quebrar / Uma jura que fiz
E pra não ter / Em quem pensar
Eu vivo só / E sou muito feliz

Aquela que eu mais amava / Só pensava em me trair
Quando eu menos esperava / Partiu sem se despedir
Essa mesma criatura / Quis voltar mas eu não quis
E hoje cumprindo a jura / Vivo só e sou feliz
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Sofrer é da vida

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Na linha dos versos simples mas bem-humorados, este samba fez um enorme sucesso no carnaval de 1932, quando lançado por Mário Reis. Repetiu a dose em 1967, ao fazer parte de um LP lançado para reviver os grandes momentos na voz de Mário, chamado Os grande sucessos de Mário Reis: “Sofrer é da vida/Eu já me convenci/Adeus, minha querida/Não foi pra você que eu nasci (...)”
Sofrer é da Vida (marcha/carnaval) - 1932---clique para ouvir amostra da música
------A
Sofrer é da vida,
------D6--- D#º--- A
Eu já me convenci
-----D6---- D#º---- A
Adeus minha querida
-------F#7------ B7------ E7- A
Não foi pra você que eu nasci...

--------D6--- D#º---- A
Você tem boa conversa
------------D6----D#º-- A
Mas não vai me tapear
---------D6--- D#º----- A
Pode até fazer promessa
------F#7--------- B7---- E7 A
Porque eu não torno a voltar

--------D6 -------D#º--- A
Seu amor ninguém atura
-------------D6--- D#º---- A
Quem me disse não mentiu
--------D6 -----D#º-- A
Você me fez uma jura
--------F#7-- B7----- E7-- A
Que até então não cumpriu
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Gosto, mas não é muito

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Gosto, Mas não é Muito - 1932---clique para ouvir amostra da música
Ismael Silva e Francisco alves

C--------- Dm------------ G7
Olha! Escuta meu bem
---------------------------------C
É com você que eu estou falando,

Neném!
-----------------------Dm
Esse negócio de amor não convém
G7
Gosto de você
------------------------------F
Mas não é muito...muito

-----------------------C -------G7
Fica firme, não estrila
-----------------------------A7------ Dm
Traz o retrato e a estampilha
--------Fm---- C
Que eu vou ver
-------------Dm ----G7----- C------- F
O que posso fazer por você

---------------------C -----G7
Seu amor é insensato
------------------------------A7----- Dm
Me amofinou mesmo de fato
--------Fm---- C
Não leve a mal
---------Dm ---G7----- C
Eu prefiro a Lei Marcial
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Adeus

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Composta em 1932, é uma homenagem póstuma ao parceiro Nílton Bastos, que morrera no ano anterior. Gravada originalmente pela dupla Castro Gonzaga e Jonjoca, foi regravada em 1975 por outra dupla, Vinícius de Moraes e Touquinho: “Adeus, adeus, adeus/Palavra que faz chorar/Adeus, adeus, adeus/Não há quem possa suportar/O adeus é tão triste/E não se resiste/Ninguém jamais/Com o adeus pode viver em paz (...)”.
Adeus (samba) - 1932----clique para ouvir amostra da música
Francisco Alves, Noel Rosa e Ismael Silva

----C ----------------Em7
Adeus ! Adeus ! Adeus !
------------A7------ Dm ---A7
Palavra que faz chorar
-----Dm ------------Dm7--- G7
Adeus ! Adeus ! Adeus !
-------------------Gbo------ C
Não há quem possa suportar
-----C7 ----------F --------A7------ Dm
Adeus é tão triste / Que não se resiste
--------Ebo---- ( C )
Ninguém, jamais
----------A7------- D7-- G7-- C
Com adeus pode viver em paz
-------------( G7 )
Foi o último . . . . .
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Se você jurar

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O samba adotou uma nova forma, livrando-se da herança do maxixe, no final da década de 1920. Para isso concorreu decisivamente a necessidade, percebida por compositores ligados à pioneira escola de samba Deixa Falar, de "amaciar" o ritmo usado na época, adaptando-o a um padrão menos sincopado que facilitasse a fluidez do desfile. Dessa chamada "Turma do Estácio" faziam parte Ismael Silva e Nílton Bastos, autores de "Se Você Jurar", composição que, sintetizando as novas características, iria se tornar um dos principais modelos dos sambas dos anos trinta.

Grande sucesso do carnaval de 31, nas vozes de Francisco Alves e Mário Reis, "Se Você Jurar" tem uma melodia expressiva, especialmente na segunda parte, que retorna à primeira através de dois acordes preparatórios de passagem, incomuns nas canções da época. Já a letra explora o tema da regeneração do malandro, muito em moda na ocasião. Só que neste caso o malandro não parece muito seguro do motivo da mudança, considerando-o um jogo meio arriscado: "A mulher é um jogo / difícil de acertar / e o homem como um bobo / não se cansa de jogar / o que eu posso fazer / é se você jurar / arriscar a perder / ou desta vez então ganhar..."
Baseado em informação de Ismael, Hermínio Bello de Carvalho assegura em artigo publicado em 1963: "A primeira parte é do Nilton, com a ajuda de Ismael, e a segunda toda de Ismael". Contrariam essa informação Orestes Barbosa (no livro O Samba) e Mário Reis, que afirmam ser a composição somente de Nilton, enquanto Francisco Alves (em sua autobiografia) atribui o estribilho a Nilton mas se diz autor da segunda parte.
Se você Jurar - 1931 - Ismael Silva e Nilton Bastos---clique para ouvir amostra da música
Tom: D
Introdução: A7 D Em-A7 D Em D Em-A7 D A7
D
Se você jurar
A F#7
Que me tem amor
Bm F#7
Eu posso me regenerar REFRÃO
B7
Mas se é
Em
Para fingir, mulher
Bm C#m F#7 Bm
A orgia assim não vou deixar

Bm
A mulher é um jogo
F#7(ou A#º)
Difícil de acertar

E o homem como um bobo
F#7 Bm
Não se cansa de jogar
B7
O que eu posso fazer
Em
E se você jurar
Bm
Arriscar a perder
C#m F#7 Bm Bm-A#7-A7
Ou desta vez então ganhar

(Refrão)

Bm
Mulher tenho sofrido
F#7
Por minha lealdade

Agora estou sabido
Bm
Não vou atrás de amizade
B7
A minha vida é boa
Em
Não tenho em que pensar
Bm
Por uma coisa à toa
C#m F#7 Bm Bm-A#7-A7
Não vou me regenerar
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O que será de mim

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Hino da malandragem e tema frequente em sua obra, que comprovou o grande compositor que era o trabalhador Ismael. Foi gravado em 1931, por Francisco Alves e Mário Reis: “Se eu precisar algum dia/De ir pro batente/Não sei o que será/Pois vivo na malandragem/E vida melhor não há (...)”.

O Que Será de Mim - 1931---clique para ouvir amostra da música
Ismael Silva, Nílton Bastos e Francisco Alves

Se eu precisar algum dia
De ir pro batente
Não sei o que será
Pois vivo na malandragem
E vida melhor não há
Minha malandragem é fina
Não desfazendo de ninguém
Deus é quem nos dá a sina
E o valor dá-se a quem tem
Também dou a minha bola
Golpe errado ainda não dei
Eu vou chamar Chico Viola
Que no samba ele é rei
Dá licença seu Mário

Oi, não há vida melhor
Que vida melhor não há
Deixa falar quem quiser
Deixa quem quiser falar
O trabalho não é bom
Ninguém pode duvidar

Oi, trabalhar só obrigado
Por gosto ninguém vai lá
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Nem é bom falar

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Disputa com o Antonico o título de samba mais popular de Ismael. Outro sucesso do carnaval de 31, também na voz de Chico Viola, marcou uma curiosidade: o acompanhamento de um grupo de vida curta intitulado Bambas do Estácio, com Ismael e Nilton entre eles. Repetiu o sucesso 40 anos depois, quando regravado por Mário Reis: “Nem tudo o que se diz, se faz/Eu digo e serei capaz/De não resistir/Nem é bom falar/Se a orgia se acabar (...)”
Nem é Bom Falar - 1931----clique para ouvir amostra da música
Ismael Silva, Nílton Bastos e Francisco Alves

Nem tudo que se diz se faz
Eu digo e serei capaz
De não resistir
Nem é bom falar
Se a orgia se acabar

(Tu, falas muito, meu bem
E precisas deixar
Tu falas muito, meu bem
E precisas deixar
Senão eu acabo
Dando pra gritar na rua
Eu quero uma mulher bem nua.)

Mas esta vida
Não há quem me faça deixar
Por falares tanto
A polícia quer saber
Se eu dou meu dinheiro todo a você

Até que enfim
Eu agora estou descansado
Até que enfim
Eu agora estou descansado
Ela deu o fora
Foi morar lá na Favela
E eu não quero saber mais dela
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domingo, 12 de agosto de 2007

Amor de malandro

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Amor de malandro - 1929

F#m----- C#7
Vem, vem
--------------------------------F#m----- F#7
Que eu dou tudo a você
---Bm------- Cº----- A
Menos vaidade
--------------F#7---- Bm
Tenho vontade
---------------E7-------- A----C#7
Mas é que não pode ser

-------F#m ------------G#7
O amor é o do malandro
Oh! Meu bem
-------C#7---------------- F#m---- F#7
Melhor do que ele ninguém
-------------Bm
Se ele te bate
----------------------F#m
É porque gosta de ti
Pois bater-se em quem
------------G#7
Não se gosta
----C#7---- F#m
Eu nunca vi

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terça-feira, 3 de julho de 2007

Ismael Silva

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Foi na praia de Jurujuba, em Niterói, no Estado do Rio de Janeiro que nasceu Ismael da Silva, em 14 de setembro de 1905. Seu pai, Benjamim da Silva, era cozinheiro, segundo alguns autores, operário, segundo outros. Aos três anos, Ismael ficou órfão e na companhia da mãe Emília, que era lavadeira, transferiu-se para o Rio de Janeiro, tendo como primeiro endereço - uma espécie de premonição - o bairro do Estácio de Sá. Mudou-se algumas vezes para outros bairros, mas aos 17 anos estava definitivamente de volta ao Estácio. Trazia na bagagem seu primeiro samba, Já desisti, composto aos 15 anos.

Começa a freqüentar as rodas de malandragem, convivendo com sambistas como Mano Edgar, Brancura, Mano Rubens, Nílton Bastos e outros. Gostava de ir aos encontros de sambistas no Café Apolo, solidificando amizades que seriam de grande valia no aprendizado. A mesma coisa acontecia em suas idas habituais ao samba dos morros da Mangueira e do Salgueiro.

Em 1925, teve seu primeiro samba gravado, o Me faz carinhos, quando foi registrada apenas a melodia, por um pianista conhecido como Cebola. O prestigio de Ismael como compositor começa a ser comentado e, em 1927, quando se restabelecia de uma enfermidade no hospital da Gamboa, recebe a visita do compositor Bide.

Bide trazia uma proposta do cantor Francisco Alves, que pretendia comprar um samba de Ismael. Da transação resultou a gravação de Me faz carinhos em disco Odeon, aparecendo apenas o nome de Chico como autor. Em seguida, Francisco Alves repetiu a compra, com Amor de malandro, e o sucesso dos dois discos provocou um contrato (que incluía a parceria de Nilton Bastos), pelo qual Ismael se comprometeu a dar exclusividade de sua produção ao cantor. Esse contrato foi rompido depois, mas do acerto surgiram sambas de sucesso. Nem é bom falar e Não há podem ser apontados como exemplos, além do grande êxito Se você jurar, de 1931, cantado em dupla por Francisco Alves e Mário Reis.

Ismael já estava integrado no ambiente do samba, conhecia seus meandros e sabia como se movimentar na área. Em 1931 Nilton Bastos morreu vítima de tuberculose e Mano Edgar foi assassinado em uma roda de jogo. Procurando outros lugares para viver, Ismael se mudou para a rua Visconde do Rio Branco e iniciou parceria com Noel Rosa. O primeiro samba da dupla, Para me livrar do mal, foi gravado por Francisco Alves, em 1932, e na esteira dele Mário Reis registra Uma jura que fiz. Com Noel, Ismael Silva fez ainda Adeus, Ando cismado e A razão dá-se a quem tem.

Como intérprete, Ismael gravou em 1932 Escola de malandro, cantando com Noel Rosa, quando se afastou do meio artístico por largo período. Voltou em 1950 com o samba Antonico, e se firmou, aparecendo no show O Samba Nasce no Coração, da boate Casablanca, no Rio. Em 1960, foi eleito Cidadão Samba.

Após novo período afastado, ressurgiu no restaurante Zicartola, em 1964. Fez, em 1965, com Araci de Almeida, no Teatro Opinião, o musical O Samba Pede Passagem, gravado ao vivo. Sua última aparição no palco foi em 1973, no espetáculo Se você Jurar, estreado no Teatro Paiol de Curitiba. Faleceu em 14 de março de 1978, aos 72 anos de idade. Seu corpo foi velado no Museu da Imagem e do Som, do Rio de Janeiro, e sepultado no Cemitério do Catumbi.

Obra completa

Adeus (com Francisco Alves e Noel Rosa), samba, 1932; Afina a viola, samba, 1973; Agradeça a mim, samba, 1934; Alegria, samba, 1973; Aliás, samba, 1973; Amar (com Francisco Alves e Nilton Bastos), samba, 1932; Amor de malandro (com Francisco Alves), samba, 1930; Anda, vem cá (c/Francisco Alves e Nilton Bastos), samba, 1932; Ando cismado (com Noel Rosa), samba, 1933; Antes não te conhecesse (c/Francisco Alves), samba, 1932; Antes só, samba, 1929; Antonico, samba, 1950; Anúncio, samba, 1950; Ao romper da aurora (c/Francisco Alves e Lamartine Rabo), samba, 1932; Arrependido (c/Francisco Alves e Nilton Bastos), samba, 1931; Assim é que é, samba, 1942; Assim, sim (com Francisco Alves e Noel de Rosa), marcha, 1932; Batalhão, samba, 1931; Bico da cegonha, marcha, 1951; Boa boca, marcha, 1942; Boa viagem (c/Noel Rosa), samba, 1934; Cara feia é fome, marcha, 1934; Choro, sim, samba, 1935; Com a vida que Deus me deu, 1950; Com a vida que pediste a Deus, samba, 1940; Comilão, marcha, 1951; Contrastes, samba, 1973; O destino Deus é quem dá... (c/Francisco Alves), samba, 1928; Deus sabe o que faz, samba, 1933; O dinheiro faz tudo, samba, 1929; Dona do lugar (com Francisco Alvos), samba, 1933; É bom evitar (c/Francisco Alves e Nilton Bastos), samba, 1932; Entrada franca, samba, 1973; Eu bem sei (c/Francisco Alves e Nilton Bastos), samba, 1932; Eu sou um, marcha, 1940; Fama sem proveito (c/Heitor Catumbi), samba, 1942; Fã, samba, 1942; Feiticeira, samba, 1931; Feiticeiro (com Francisco Alves e Nilton Bastos), samba, 1932; Foi um sonho, samba, 1932; Gandaia (com Francisco Alves), samba, 1932; Gosto mas não é muito (com Francisco Alves e Noel Rosa), marcha, 1932; Ironia (c/Francisco Alves e Nilton Rastos), samba, 1931; Isso não se faz, samba, 1933; Uma jura que eu fiz (com Francisco Alves e Noel Rosa), samba, 1932; Jurema, samba, 1931; Liberdade (com Francisco Alves), samba, 1932; Macaco me lamba, marcha, 1951; Maestro, toque aquela (c/José de Almeida), samba, 1943; Me diga teu nome, samba, 1932; Me faz carinhos (c/Francisco Alvos), samba, 1928; Meu batalhão (c/Francisco Alves e Nilton Rastos), samba, 1931; Meu único desejo, samba, 1950; Minha vida, samba, 1931; Não apoiado, marcha, 1936; Não deixarei de beber (c/Sebastião Gomes e J. Gonçalves), samba, 1953; Não digas, samba, 1933, Não e isso que eu procuro (c/Francisco Alves), samba, 1928; Não é tanto assim, samba, 1934; Não faltará ocasião, marcha, 1934; Não faz eu falar, samba, 1939; Não há (c/Francisco Alves e Nilton Bastos), samba, 1931; Não posso me queixar, samba, 1935; Não te dou perdão, samba, 1930; Não tenho nota, samba, 1934; Não tenho queixa (c/Davi Raw), samba, 1943; Não vá atrás de ninguém, samba, 1942; Não vejo jeito, marcha 1939; Nem é bom falar (c/Francisco Alves e Nilton Bastos), samba, 1931; Ninguém faz fé (c/Paulo Medeiros), marcha, 1953; Novo amor, samba, 1929; Nunca dei a perceber, samba, 1933: O que será de mim (c/Francisco Alves e Nilton Bastos), samba, 1931; Olê-leô (c/Francisco e Nilton Bastos), samba, 1931; Para me livrar do mal (c/Noel Rosa), samba, 1932; Peçam bis, samba; Por causa de alguém, samba, 1942; Primeiro amor, samba, 1934: Quando souberes amar, samba, 1933; Quem não quer sou eu (c/Noel Rosa), samba, 1933; Quero sossego (c/Nilton Bastos), samba-choro 1931; A razão dá-se a quem tem (c/Francisco Alves e Noel Rosa). 1933: Realidade, samba, 1953; Receio, samba, 1973; Reminiscências da Lapa (c/ J. C. Silva e E. Guedes), samba 1953; Rir, s.d; Rir para não chorar (c/Francisco Alves) samba, 1928; Se eu tiver que escolher(c/Arlindo Marques Júnior e Roberto Roberti). samba, 1946; Se você jurar (com Francisco Alves e Nilton Bastos), samba 1931; Seja o que Deus quiser, samba, 1933; Sofrer é da vida (c/Francisco Alves), samba, 1932; Sonhei (c/Francisco Alves e Nilton Bastos), samba, 1932; Tradição, samba-canção, 1954; Tristezas nao pagam dívidas, samba. 1933; Você gosta de mim? (c/Francisco Alves), marcha, 1932; Você merece muito mais, samba, 1936; Você prometeu (c/Dan Mallio), samba, 1935.

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