sábado, 9 de abril de 2011
Os Mulheres Negras
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Marcadores: os mulheres negras
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Paulo Moura
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Leonardo Mota
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Moreno e Moreninho
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Tutty Moreno
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Tutty Moreno (Emmanuel Alves Moreno), instrumentista (baterista), nasceu em Salvador BA, em 30/10/1947. Com três pianistas na família, a avó, a tia e a irmã, interessou-se por música desde pequeno e aos cinco anos começou a cantar, acompanhando-se ao violão.
Aos dez anos ganhou de presente da mãe um trompete, formando mais tarde com amigos o conjunto Avanço. Entre os 13 e 14 anos trocou o trompete pelo sax e um ano depois passou a dedicar-se à bateria.
Por essa época integrou como baterista o Perna’s Trio, com Perna (Antônio Fróis) ao piano e Moacir Albuquerque no baixo, grupo que durante a década de 1960 acompanhou em teatros e clubes vários artistas, entre os quais Elis Regina, Chico Buarque, Taiguara, Vinícius de Moraes e Toquinho , Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, Dorival Caymmi e Maria Bethânia.
Ingressou no seminário de música da Universidade Federal da Bahia, cursando três anos. Ainda como baterista solou, com a Orquestra Sinfônica da Bahia, no Teatro Castro Alves.
Em 1970 foi para a Europa, participando de todos os shows de Gilberto Gil, na época em que este morou em Londres, Inglaterra, e em suas tournées por outros países. Retornando ao Brasil, participou de diversas gravações com Gilberto Gil, Maria Bethânia, Gal Costa, Chico Buarque, Macalé, Jorge Mautner e outros.
Foi para os EUA em abril de 1975. Em Los Angeles, entrou para o grupo de Marieto Correia e posteriormente passou a acompanhar João Gilberto; também tocou e gravou com músicos de jazz, como Walter Booker e Ernie Watts.
De volta ao Brasil em 1978, na década de 1980 participou do grupo de percussão da O.S.B., mas na década seguinte voltou a tocar no exterior. Seu primeiro CD solo, Tocando, sentindo, suando (Tutty Moreno & Friends), foi lançado em 1996 na Europa e no Japão, pelo selo londrino Out Records.
Em 1997 gravou o CD Pra Que Mentir?, pela Lumiar Discos, como membro do Quarteto Livre.
Dois anos depois, gravou o CD Forças d'alma, lançado pelo selo Sons da Bahia. O disco destacou-se por uma nova linguagem, melódica e harmônica, utilizada pela bateria, e foi considerado pela crítica especializada como um dos mais importantes lançamentos instrumentais do ano. Em 2000, o CD foi lançado internacionalmente pelo selo norte-americano Malandro Records.
Em 2001, como líder do Tutty Moreno Quarteto, participou do Chivas Jazz Festival. O show gerou especial da DirecTV, com o Dave Holland Quintet.
Em 2011, lançou, com Joyce Moreno, no mercado brasileiro, o CD Samba-Jazz & outras bossas, uma celebração aos 30 anos de parceria afetiva e musical de ambos. O disco foi lançado no mercado europeu pela Far Out, em 2007, e a edição brasileira trouxe no repertório, em faixa-bônus, uma versão mais completa da faixa Garoto, dedicada a Aníbal Sardinha, o Garoto, além das faixas originais.
Fontes: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e PubliFolha; Dicionário Cravo Albin da MPB.
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Marcadores: tutty moreno
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Wilson Moreira
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Marcadores: escola de samba, wilson moreira
Cida Moreira
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Em 1981 realizou o show Summertime, com direção de José Possi Neto, que resultou no lançamento de seu primeiro disco, Summertime, lançado pelo Selo Lira Paulistana, gravado ao vivo, contendo a faixa-título, outros clássicos do jazz e do blues, além da versão censurada da canção Geni e o zepelim, de Chico Buarque.
Em 1983, gravou o LP Abolerado blues, que incluiu músicas de Zé Rodrix e Eduardo Dusek.
Em 1985, participou do Festival dos Festivais, da Rede Globo de Televisão, como a canção Novos rumos, que foi uma das finalistas e seria lançado em coletânea de mesmo nome no mesmo ano.
Em 1986, lançou o LP Cida Moreira, com as canções Vocalise (Arrigo Barnabé), Balada do louco (Arnaldo Batista e Rita Lee) e Como diria Satie (José Miguel Wisnik).
Em 1988, gravou o LP Cida Moreira Interpreta Brecht, com destaque para Canção do vendedor de vinho de Bertolt Brecht e Kurt Weill com versão em português de Cacá Rosset.
Em 1993, lançou seu primeiro CD, pelo selo Kuarup, chamado Cida Moreira Canta Chico Buarque, interpretando canções do compositor entre as quias se destacam Morte e vida Severina, Soneto, Suburbano coração, A voz do dono e o dono da voz, Estação derradeira e Beatriz (Chico Buarque e Edu Lobo).
Em 1995, participou da coletânea Dolores - a música de Dolores Duran na qual interpreta canções de Dolores Duran junto com artistas como Zezé Motta, Fafá de Belém, Leila Pinheiro, Pery Ribeiro, Tetê Espíndola, Jane Duboc e Denise Duran.
Em 1997, gravou o CD Na Trilha do Cinema, com temas de filmes do cinema brasileiro, tais como Bye bye Brasil (Chico Buarque e Roberto Menescal), À flor da pele (Chico Buarque), Minha desventura (Carlos Lyra e Vinícius de Moraes) e O ébrio (Vicente Celestino). Nesse mesmo ano participou da coletânea Cantorias e Cantadores na qual interpreta clássicos da música regional e caipira junto com os artistas Renato Teixeira, Xangai e Eugênio Leandro.
Em 2003 lançou o CD Uma canção pelo ar..., com clássicos da MPB.
Em 2008, Cida Moreira lança pela Lua Music o álbum Angenor, no qual interpreta composições de Cartola. Apesar de conter canções bastante conhecidas do compositor carioca, tais como O mundo é um moinho e Alvorada, o álbum é composto principalmente por canções mais obscuras, como O silêncio de um cipreste e a toada Feriado na roça. O lançamento do disco aconteceu em três apresentações no Auditório Ibirapuera, em São Paulo. Entre os convidados estiveram as cantoras Zélia Duncan e Alaíde Costa.
Em 2009, participa de outra coletânea, Elas cantam Paulinho Da Viola, na qual interpreta músicas de Paulinho da Viola junto com as cantoras Alaíde Costa, Milena, Fabiana Cozza e Célia. No mesmo ano, fez uma temporada de apresentações na casa de shows Studio SP, famosa por seu público jovem e suas atrações renomadas. Os cantores Hélio Flanders (vocalista do Vanguart) e Guilherme Eddino e o baixista Zé Mazzei (da banda Forgotten Boys) estiveram entre os convidados.
Em 2010, gravou pela Microservice S&D a coletânea Mrs. Lennon, na qual interpreta canções de Yoko Ono, esposa do ex-Beatle John Lennon junto a cantoras como Ângela Ro Ro, Hevelyn Costa, Zélia Duncan, Isabella Taviani, Tetine, Silvia Machete, Ampslina e outras.
Discografia
Ao vivo:
Summertime (1981) Áudio Patrulha / Lira Paulistana LP
Estúdio:
Abolerado blues (1983) Lira Paulistana / Continental LP
Cida Moreira (1986) Continental LP, CD
Cida Moreira interpreta Brecht (1988) Continental LP
Cida Moreira canta Chico Buarque (1993) Kuarup CD
Na trilha do cinema (1997) Kuarup CD
Uma Canção Pelo Ar... Kuarup (2003)
Angenor Lua Music (2008)
A Dama Indigna Jóia Moderna (2011)
Coletâneas
Festival dos Festivais Som Livre (1985) - com a canção Novos Rumos
Dolores - a música de Dolores Duran Lua Music (1995) - com a canção Canção da volta
Cantorias e Cantadores Kuarup (1997) - com a canção Noites do sertão
Elas cantam Paulinho Da Viola Lua Music (2009)
Mrs. Lennon Microservice S&D (2010) - com a canção Mrs. Lennon
Fonte: Wikipedia.
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Marcadores: cida moreira
Álvaro Moreira
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Transferiu- se nesse ano para o Rio de Janeiro, onde, em 1912, recebeu o diploma de bacharel em direito. Realizou intensa atividade jornalística, tendo dirigido as revistas Para Todos, Ilustração Brasileira e Fon-Fon.
No fim da década de 1920 aproximou-se do teatro de revista, fundando em 1927, com Joraci Camargo e outros, o Teatro de Brinquedo. Escreveu, entre outras, a peça Adão, Eva e outros membros da família, ainda em 1927.
É autor de algumas letras, como Mamãezinha que estás no céu, A menina quer saber, Realejo e Bahia, todas com música de Hekel Tavares.
Dirigiu a Companhia de Arte Dramática, em 1937. Em 1945 passou a trabalhar como radialista na Rádio Globo e posteriormente, participou da produção do programa Rio, Eu Gosto de Você, na TV-Rio. Foi membro da Academia Brasileira de Letras.
Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora.
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Henrique de Mello Moraes
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| Bororó e Henrique Mello Moraes, o palhaço alegre e a bailarina triste do Carnaval de 1932 |
Desde criança gostava de cantar, sendo apelidado de Pequeno Caruso pela família. Foi funcionário da Estrada de Ferro Central do Brasil, onde conheceu o compositor Cândido das Neves, o Índio. Com outros amigos, entre os quais Bororó, Osvaldo Simões e Rogério Guimarães, fazia serestas pelas madrugadas, no bairro da Gávea, acompanhando-se ao violão.
Iniciou a carreira no rádio por 1932, cantando na Rádio Educadora do Brasil, do Rio de Janeiro, no programa de Gastão Lamounier com Albenzio Perrone. Apresentava-se também em outros programas da emissora, atuando ainda na Rádio Clube e Mayrink Veiga. Paralelamente, fazia serestas pelos bairros cariocas.
Por essa época, deixou a Central do Brasil, gravando seu primeiro disco pela Parlophon, com Eduardo Souto, em 1932, com as músicas Velho solar (André Filho) e a fantasia Un peu d’amour (J. Carlos).
Em seguida, gravou três músicas de Índio, a Rosa morena, Luar de minha terra, nas quais o compositor participou fazendo a segunda voz, e Versos de longe, composta especialmente para ele.
Formado em direito em 1934, assumiu o cargo de delegado de polícia, deixando a Rádio Educadora e suas atividades artísticas. Tio de Vinícius de Moraes, é conhecido como Henriquinho.
Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora.
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terça-feira, 5 de abril de 2011
Edgar Morais
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Em 1923, quando já tocava violão, fez suas primeiras composições para Carnaval e, tendo sido um dos grandes foliões de Recife, fundou diversos blocos locais como o Pirilampos, Jacarandá, Turunas de São José e Corações Futuristas.
Destacou-se no Carnaval de 1935 com Furacão no frevo, frevo de rua, e Caí no frevo, morena, frevo- canção, ambos gravados em disco Victor. Quando morreu seu irmão Raul Morais, em 1937, passou a estudar música sozinho e, em 1939, classificou-se em segundo lugar no Concurso Oficial de Músicas de Carnaval, em Recife, com o frevo de rua Saudades de mano.
Fez ainda dois frevos de rua — Pinga fogo e Tempo quente —, antes de trocar esse gênero pela marcha de bloco e deixar a orquestra de metais, que dirigia, para formar uma orquestra de pau-e-corda, composta de violões, cavaquinhos, banjos, bandolins, reco-reco, tarol e surdo, e um coral feminino, que cantava suas composições.
Compôs marchas de bloco para quase todos os blocos de Recife, chegando, num só ano, a escrever 12 marchas para 12 blocos diferentes, que competiram na passarela camnavalesca, cada um cantando música de sua autoria.
Foi campeão do Carnaval recifense durante vários anos, e, entre as composições que lhe deram o título, foram gravadas em discos, de etiquetas diversas (RCA Victor, Copacabana, Philips, Chantecler, Continental, Odeon, CBS e Mocambo), as seguintes marchas de bloco: A dor de uma saudade, de 1961; Valores do passado, de 1962; Pra você recordar, de 1967; Velhos Carnavais, de 1968, e Saudosos foliões, de 1973.
Conhecido como General de Cinco Estrelas da Folia, deixou uma produção de cerca de 300 composições, na maioria frevos e marchas. Um ano depois de sua morte, foi editado, na etiqueta Rozenblit, o LP Edgar e Raul Morais, contendo entre outras, sua última composição, Velhos tempos de criança.
Obras
Caí no frevo, morena, frevo-canção, 1935; A dor de uma saudade, marcha de bloco, 1961; Furacão no frevo, frevo de rua, 1935; Saudosos foliões, marcha de bloco, 1973; Valores do passado, marcha de bloco, 1962; Velhos Carnavais, marcha de bloco, 1968.
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Marcadores: edgar morais, frevo









