sexta-feira, 8 de abril de 2011
Leonardo Mota
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domingo, 6 de março de 2011
Marlui Miranda
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| Marlui Miranda |
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domingo, 6 de fevereiro de 2011
Celso de Magalhães
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| Celso de Magalhães |
Bacharelou-se em 1873 pela Faculdade de Direito de Recife, PE. Colaborou ativamente na imprensa maranhense e pernambucana.
Publicou em 1873, no jornal O Trabalho, de Recife, uma série de artigos sobre a poesia popular brasileira (nos n°s 2 a 11), terminando de publicá-los nos n°s 16 e 17 de O Domingo, de São Luís, em maio e agosto de 1873.
Foi um dos precursores dos estudos folclóricos no Brasil, coligindo romances tradicionais, quadrinhas, danças etc.
Só recentemente essa obra foi publicada em livro: A poesia popular brasileira, São Luís, 1966.
Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e Publifolha - 2a. Edição - São Paulo - 1998.
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Basílio de Magalhães
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| Basílio de Magalhães |
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
João do Rio
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| João do Rio |
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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Índios Tabajaras
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Natho Henn
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| Nathalino Henn |
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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Gustavo Barroso
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| Gustavo Barroso - 1956 |
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Alceu Maynard Araújo
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| Alceu Maynard Araújo |
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sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Paixão Cortes
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domingo, 17 de fevereiro de 2008
Ely Camargo
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Ely Camargo, cantora e compositora, nasceu em Goiás GO (12/2/1930). Influenciada pelo pai, o maestro e regente da Orquestra Sinfônica, de Goiânia GO, Joaquim Edison Camargo, participou ainda criança de programas na Rádio Clube de Goiânia e de coros de igreja.
Em 1960 atuou no conjunto vocal Trio Guairá, de Goiânia, e nos dois anos seguintes apresentou-se no programa que ela mesma produzia na Rádio Brasil Central, retransmitido em Brasília DF pela Rádio e TV Nacional.
Mudou-se para São Paulo SP em 1962, e assinou contrato com a Rede Tupi (rádio e televisão), gravando ainda o primeiro LP, Canções de minha terra, pela Chantecler, etiqueta pela qual lançou sua primeira composição, Boneca de pano, em 1966.
Pesquisadora de folclore, formou acervo particular em suas viagens pelo Norte e Nordeste do Brasil, firmando-se como uma das mais fiéis e competentes intérpretes de música folclórica brasileira.
Gravou 12 LPs, entre os quais Folclore do Brasil, Gralha azul, Danças folclóricas e folguedos populares do Brasil, Cantos da minha gente, Cantigas do povo — Água da fonte, além de uma série de compactos. Tem discos lançados em Portugal, África do Sul, Itália e Alemanha.
Integrante do conselho da Secretaria Municipal de Cultura de Goiânia GO, produz, apresenta e interpreta os seguintes programas semanais na Rádio Universitária da Universidade Federal de Goiás: Brasil de Canto a Canto, Ely Camargo Convida e Alma Brasileira.
Algumas músicas do seu repertório: Azulão, História triste de uma praieira, Luar do sertão, Maringá, Sodade meu bem sodade, Vida marvada, Viola cantadera.
Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora E PubliFolha.
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segunda-feira, 6 de agosto de 2007
Urubu malandro
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Com o título de "Samba do Urubu" e classificado como "dança característica", o "Urubu Malandro" foi gravado pela primeira vez em 1914. O disco (Phoenix n° 70589) tinha como intérprete Lourival Inácio de Carvalho, o Louro, compositor, instrumentista e solista do grupo (clarinete, cavaquinho e violão) que levava o seu nome. Este mesmo Louro, a quem é geralmente atribuída a autoria da composição, é na verdade somente o autor das variações que a popularizaram.O "Urubu Malandro" é um antigo tema folclórico da região norte do estado do Rio de Janeiro. Tema, aliás, excelente para improvisos, sendo um dos preferidos de Pixinguinha e outros mestres do choro como Benedito Lacerda e Altamiro Carrilho, ambos nascidos na mesma região onde surgiu o curioso tema.
Urubu veio de riba / Com fama de dançadô
-----------------------------------------------A
Urubu chegou no Rio / Urubu nunca dançou
---------------------E7-------------- A
Dança, dança urubu / Eu não, sinhô
-------A-------------------------------------- E7
Urubu não vai ao céu / Nem que seja rezadô
-------------------------------------------------A
Urubu catinga muito / Persegue Nosso Senhor
------------------E7-------------- A
Foge, foge urubu / Eu não, sinhô
--------A----------------------------------- E7
Urubu está cantando / Que nada sabe dizê
---------------------------------------------------A
Em Mato Grosso se ouve: / Que foi a tropa fazê?
-----------------E7------------- A
Fala, fala urubu / Eu não, sinhô
--------A -----------------------------------------E7
Urubu lá do Pará / Quem tem fama de avançadô
--------------------------------------------------------A
Larga o trono, vem embora / Deixa o Lauro por favô
--------------------E7-------------- A
Deixa, deixa urubu / Eu não, sinhô
-------A------------------------------ E7
Urubu delegado / É um moço de valô
------------------------------------------------A
É bonito e é letrado / Sabe mais que um dotô
------------------E7------------- A
Sabe, sabe urubu / Eu não, sinhô
-------A ---------------------------------E7
Urubu municipá / Larga o osso por favô
------------------------------------------------------A
Vê se come os intendente / Da mão do bispo, sinhô
--------------------E7------------- A
Come, come urubu / Eu não, sinhô
-------A--------------------------------------- E7
Urubu chega disposto / Deixa o povo por amô
-----------------------------------------------------A
Corta os casaca-lavado / Que é pessoá avançadô
--------------------E7------------- A
Corta, corta urubu / Eu não, sinhô
--------A------------------------------------ E7
Urubu Nascimento / Carinha que Deus pintô
-----------------------------------------------A
Meta a mão na algibeira / Paga aquele cantor
-------------------E7------------- A
Paga, paga urubu / Eu não, sinhô
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sábado, 4 de agosto de 2007
Casinha Pequenina
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sexta-feira, 3 de agosto de 2007
Mário de Andrade
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Mário de Andrade (Mário Raul de Morais Andrade). Poeta, escritor, musicólogo, folclorista, crítico, jornalista. São Paulo SP 9/10/1893—id. 25/2/1945. Filho de Carlos Augusto de Andrade e de Maria Luísa de Morais Andrade fez estudos secundários no Ginásio do Carmo, dos irmãos maristas, em São Paulo.Em 1911, matriculou-se no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo nos cursos de música, piano e canto, diplomando-se em 1917. Publicou os primeiros ensaios de crítica de arte em jornais e revistas, e seu primeiro livro, Há uma gota de sangue em cada poema (São Paulo, 1917). Foi o início de uma atividade intelectual das mais vigorosas da história literária e artística do país.
Em 1922 tornou-se professor de história da música e de estética musical do conservatório onde se diplomara e publicou Paulicéia desvairada, obra pioneira da poesia modernista do Brasil. A crítica conservadora cobriu o livro e seu autor de insultos e ápodos, ressalvando-se, entretanto, os pronunciamentos de Amadeu Amaral e João Ribeiro, que demonstraram compreensão para o “movimento modernista” que se iniciava e que culminou com a realização da Semana de Arte Moderna, no Teatro Municipal, de São Paulo, em fevereiro de 1922, e da qual terá sido, possivelmente, a figura principal.
Em 1924 assumiu no conservatório a cátedra de história da música e de piano. Somente depois de ter publicado algumas Obras de literatura — poesia, prosa e crítica — voltou-se para a música, com uma série de Obras em que fixou as bases teóricas para a formação de uma consciência musical brasileira. Com o Ensaio sobre a música brasileira (São Paulo, 1928) esboçou os rumos para a sistematização dos estudos musicológicos no Brasil.
No ano seguinte publicou o Compêndio de história da música (São Paulo, 1929), depois reescrito e reintitulado Pequena história da música (São Paulo, 1942), e a seguir Modinhas imperiais (São Paulo, 1930), antologia de peças do século XIX, precedida de um prólogo e de notas bibliográficas em que aborda em profundidade a história da modinha brasileira de salão. Em Música, doce música (São Paulo, 1933) reuniu escritos, conferências e crítica.
Em 1935 foi nomeado pelo prefeito Fábio Prado para a direção do então criado Departamento de Cultura, da prefeitura de São Paulo. Teve nesse encargo a colaboração de Paulo Duarte, que o indicara ao prefeito. Criou os parques infantis, a Discoteca Pública Municipal, e, para incentivar o cultivo da música, empregou recursos oficiais na criação da Orquestra Sinfônica de São Paulo, do Quarteto Haydn (depois Quarteto Municipal), do Coral Paulistano e de um Coral Popular.
Desligou-se do Departamento de Cultura em 1936 e assumiu, no Rio de Janeiro, o Instituto de Artes, da Universidade do Distrito Federal, onde também passou a reger a cátedra de filosofia e história da arte. Desse ano é o ensaio A música e a canção populares no Brasil, editado pelo Serviço de Cooperação Intelectual do Ministério das Relações Exteriores, e depois incluído no volume VI das Obras completas.
Ainda em 1936 efetuou o tombamento dos monumentos históricos paulistas para o Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, que ajudara a projetar. Em 1937 fundou a Sociedade de Etnografia e Folclore de São Paulo e foi um dos organizadores do I Congresso da Língua Nacional Cantada, cujos trabalhos constam dos Anais publicados em 1938 pelo Departamento de Cultura da prefeitura de São Paulo.
Em 1939, com a extinção da Universidade do Distrito Federal, passou a trabalhar no Serviço (hoje Instituto) do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Elaborou, na época, o projeto de uma Enciclopédia Brasileira, nunca materializado.
Em 1940 o Instituto Brasil - Estados Unidos publicou sua conferência A expressão musical dos Estados Unidos, incluída no volume VII das Obras completas. Retornou a São Paulo em 1941, onde passou a ser assessor técnico da seção paulista do IPHAN e reassumiu a cátedra de história da música no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Nesse ano a Editora Guaíra, de Curitiba PR, lançou seu livro Música do Brasil, contendo estudos sobre história e folclore, incluídos nos volumes XI e XVIII das Obras completas.
Foi uma das inteligências mais construtivas do Brasil e sua obra atesta uma atividade intelectual e artística que se desdobram em setores dos mais variados aspectos, como a questão da língua nacional e os problemas fonéticos do canto erudito e da declamação lírica em vernáculo. Suas contribuições para o desenvolvimento da música no Brasil seriam depois enaltecidas por Camargo Guarnieri e Francisco Mignone, entre muitíssimos outros.
Influenciou por todo o país o trabalho de pesquisa do folclore musical, em particular o de Frutuoso Viana e o de Luciano Gallet (reuniu as pesquisas deste último em Estudos de folclore, Rio de Janeiro, 1934, para o qual escreveu um ensaio histórico e critico).
Em fevereiro de 1970 a Biblioteca Municipal Mário de Andrade dedicou-lhe número especial de seu Boletim bibliográfico, contendo, além de estudos, uma “Cronologia geral da obra de Mário de Andrade”. Inúmeros trabalhos e escritos seus publicados em revistas e jornais foram incorporados às suas Obras completas, cuja publicação, iniciada em 1944 pela Livraria Martins Editora, de São Paulo, compreende 20 volumes, dos quais os volumes XIII (Música de feitiçaria no Brasil, 1963) e XVIII (Danças dramáticas do Brasil, 3 tomos, 1959) foram organizados por Oneyda Alvarenga (sistematização geral, introdução e notas).
Dos demais volumes relacionados com música e folclore brasileiros citem-se: VI — Ensaio sobre a música brasileira (Ensaio sobre a música brasileira; A música e a canção populares no Brasil), 1962; VII — Música, doce música (Música doce música; A expressão musical nos Estados Unidos), organizado por Oneyda Alvarenga, 1963; VII — Pequena história da música, 1942; IX — Namoros com a medicina (Terapêutica musical; Medicina dos excretos), s.d.; XI — Aspectos da música brasileira (Evolução social da música no Brasil; Os compositores e a língua nacional; A pronúncia cantada e o problema nasal brasileiro através dos discos; O samba rural paulista; Cultura musical), 1965; XVI — Padre Jesuíno do Monte Carmelo, 1963; Modinhas imperiais, 1964.
Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e PubliFolha.
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quinta-feira, 17 de maio de 2007
Heitor Villa-Lobos
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Fonte: Museu Villa-Lobos
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domingo, 14 de janeiro de 2007
Waldemar Henrique
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O compositor e pianista Waldemar Henrique (Waldemar Henrique da Costa Pereira) nasceu em Belém do Pará (15/2/1905) e faleceu na mesma cidade em 28/3/1995. Depois de passar a infância na cidade do Porto, Portugal, regressou ao Brasil e iniciou-se na música. Abá-Logum, Abaluaiê, Boi-bumbá, Coco peneruê, Curupira, Foi boto, sinhá!, Hei de morrer cantando, Manha-Nungara, No Jardim de Oeira, Sem seu, Tambá-Tajá, Uirapuru.
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