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sábado, 30 de agosto de 2008

Eydie Gormé

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Eydie Gormé

Edith Gormenzano, conhecida no mundo musical como Eydie Gormé, nasceu em 16 de agosto de 1931, em Nova York, EUA. Seus pais eram imigrantes de origem sefardita (judeus ibéricos), sendo ela a mais nova de três irmãos. Posto que o espanhol fosse língua de sua família, ela cresceu conhecendo e falando fluentemente, assim como também escrevendo nesse idioma. Graduou-se na William Howard Taft High School em 1946 (a mesma escola onde também se graduou, naquela época, Stanley Kubrick).

Ao mesmo tempo em que era considerada “a mais bonita animadora” de sua escola no Bronx cantando com seu amigo Ken Greengrass nos finais de semana, iniciou carreira artística na rádio, num programa infantil. Ao terminar os estudos trabalhou como intérprete de espanhol no Theatrical Supply Export Company e a seguir voltou a cantar.

Seu primeiro disco foi gravado em 1950, com a Orquestra de Tommy Tucker, e um segundo com Dick Noel. A MGM produziu essas gravações em vinil de 78 rpm. Ela também trabalhou como cantora contratada em grandes bandas, como a de Glenn Miller e o do cantor Tex Beneke.

Em 1951 Eydie realizou várias gravações de audições radiofônicas que se lançaram como discos long-play de vinil e, recentemente como CD. Em 1952 lançou-se como cantora solista, e suas gravações foram distribuídas pelo selo Coral.

A cantora teve a grande oportunidade e conheceu o seu companheiro de toda a vida quando ela e o cantor Steve Lawrence foram chamados para o The Tonight Show, que era conduzido por Steve Allen.

Em fevereiro de 1956, substituiu, por um curto espaço de tempo, Billy Daniela, no famoso clube noturno Copacabana de Nova York, e nele atuou muito bem, tendo sido aclamada por sua performance pelos freqüentadores, que fez com que voltasse em julho para atuar com sua própria equipe de trabalho.

Em janeiro de 1957, ela fez sua primeira apresentação na Broadway juntamente com Jerry Lewis no chamado “palácio dos teatros”. Em dezembro se casou com o cantor Steve Lawrence em Las Vegas. Tiveram dois filhos, um dos quais faleceu. Alcançaram fama por seus famosos diálogos em cena, nos quais brincavam e riam da vida de casados.

O sucesso de Eydie Gormé nos Estados Unidos se estendeu, se popularizou e se consolidou dada a versatilidade de seu talento e da bela voz que possuía. Escolhe para cantar, nesse período, temas como Demasiado cerca para la comodidad, Mama, me enseña a bailar (mambo 1956), Me ama por siempre (1957) e Te necesitan mis manos (1958).

No verão de 1958 é contratada para um programa de variedades na TV, como substituta de Steve Allen. Pouco tempo depois, seu marido serve no exército americano por dois anos. Durante este período empreende uma turnê nacional para se apresentar em clubes noturnos até 1960, quando se une a Lawrence no Copacabana e na Arboleda del Coco, em Los Angeles, assim como em salões do Hotel Sahara em Las Vegas.

Em duo com seu esposo, seu show se chamava "Steve and Eydie". Em 1960, Steve and Eydie ganhou um prêmio Grammy por "melhor performance de um grupo vocal", por sua canção We Got Us que foi seguido por vários outros, incluindo os que continham tema das apresentações que haviam realizado na Broadway e nos filmes em que haviam atuados juntos

Em 1963 Gormé obtém grande sucesso em Blame it on the Bossa Nova, que a conduziu ao ranking de "os 40 melhores". Ganha um Grammy Award como melhor voz feminina em 1967, por sua interpretação de If He Walked Into My Life, do musical Mame.

Em 1968, o casal apareceu na Broadway em Arco-íris de ouro, uma adaptação musical de Arnold Schulman (Um buraco na cabeça), com letra e música de Walter Marks. Em 1969, Eydie e Lawrence apresentam seu primeiro musical, intitulado Era amor, escrito para eles por Gordon Jenkins.

Uma de suas melhores canções como duo foi a canção israelense Hallelujah, ganhadora do concurso Festival da Canção de Eurovisão em 1979. A tinham gravado com o pseudônimo de Parker e Penny.

Durante os anos 70 e 80, o casal continuou suas atividades artísticas, incluindo aparições regulares na televisão. Vários de seus especiais se dirigiram a comemorar e ressaltar a música de reconhecidos compositores, e foi de tal qualidade esses trabalhos que os fizeram ganhadores de grande número de prêmios como inúmeros Emmys.

Em 1987, realizaram uma grandiosa produção para a televisão da obra infantil Alice no país das maravilhas, escrita por Steve Allen, fazendo as partes de Tweedledum e de Tweedledee. Em 1989, lançaram juntos, de sua autoria, GL, uma realização musical que recebeu uma grande aceitação do público e considerável volume de vendas.

Durante os anos 80, apareceram em prestigiosos lugares tais como Carnegie Hall em 1981 e 1983, no Amphitheatre Universal, em Los Angeles, Harrah, Tahoe, e 1.400 apresentações em Las Vegas, já que diariamente faziam mais de duas.

Em 1995 Gormé e Lawrence foram distinguidos pela contribuição que durante sua vida fizeram pela música pelo Songwriters Hall of Fame.

Desde a década de 1970 o casal centralizou seu trabalho quase exclusivamente no repertório da música pop norte-americana, gravando vários álbuns com temas de compositores norte-americanos. Com a chegada do século XXI, o infatigável casal anunciou seus planos de reiniciar suas turnês, lançando a denominada "One More For The Road" em 2002.

Cabe destacar que Eydie Gorme interpretou grandes temas românticos, especificamente inclinados ao bolero, ao gravar com o Trío los Panchos vários discos com canções muito conhecidas e em outras oportunidades, como solista desses temas e da música norte-americana, ganhando seu próprio espaço dentro de nosso mundo romântico, de nosso mundo do bolero.

Discografia

1951 - Tex Beneke & The Glenn Miller Orchestra (Grabaciones de la radio: presentación de Eydie Gormé); 1956 - Delight; 1957 - Eydie Gormé; 1957 - Eydie Swings the Blues; 1958 - Eydie Gormé Vamps the Roaring 20's; 1958 - Eydie in Love; 1958 - Gormé Sings Showstoppers; 1958 - Love is a Season; 1959 - Eydie Gormé On Stage; 1959 - Eydie in Dixieland; 1960 - We Got Us (com Steve Lawrence); 1960 - Sing The Golden Hits (com Steve Lawrence); 1961 - Come Sing with Me; 1961 - I Feel So Spanish; 1962 - Two On The Aisle (com Steve Lawrence); 1962 - It's Us Again (com Steve Lawrence); 1963 - Blame It on the Bossa Nova; 1963 - Let the Good Times Roll'; 1963 - Steve & Eydie At The Movies (com Steve Lawrence); 1964 - Gormé Country Style; 1964 - That Holiday Feeling (com Steve Lawrence); 1964 - Amor (com o Trío Los Panchos); 1965 - Eydie Gormé sings Great Songs from The Sound of Music And Other Broadway Hits; 1965 - More Amor (com Trío Los Panchos); 1966 - Don't Go to Strangers; 1966 - Navidad Means Christmas (com Trío Los Panchos); 1967 - Bonfá & Brazil (com Luís Bonfá e Steve Lawrence); 1967 - Softly, As I Leave You; 1968 - The Look of Love; 1968 - Eydie; 1969 - Otra vez; 1970 - Tonight I'll Say a Prayer; 1970 - Canta en español (com o Trío Los Panchos); 1970 - Cuatro vidas (com o Trío Los Panchos); 1971 - It Was a Good Time; 1976 - La Gormé; 1977 - Muy Amigos/Close Friends (com Danny Rivera); 1981 - Since I Fell for You; 1982 - Ame o déjame; 1988 - De corazón a corazón; 1992 - Eso es el amor; 1996 - Silver Screen.

Fontes: El blog del Bolero; Wikipédia - Eydie Gormé.
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quinta-feira, 28 de junho de 2007

Anísio Silva

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Anísio Silva, cantor e compositor, nasceu em Catulé BA (29/7/1920) e faleceu no Rio de Janeiro RJ (18/2/1989). Radicado no Rio de Janeiro desde a década de 1940, foi um dos mais expressivos nomes da música popular nos anos de 1950 e 1960. Depois de tentativas frustradas em pequenas gravadoras, alcançou o sucesso em 1957, ao gravar na Odeon o bolero Sonhando contigo, de sua autoria em parceria com Fausto Guimarães. Na ocasião, estava com 37 anos e exercia a profissão de balconista em uma farmácia, no Rio de Janeiro.

Daí até 1963 viveu a grande fase de sua carreira, atuando no rádio e realizando shows em todo o Brasil. São desse período os sucessos Interesseira (1958), Quero beijar-te as mãos (1959), Alguém me disse (1960), Onde estarás (1961) e Ave Maria dos namorados (1963), entre outros, lançados em LPs e discos de 78 rpm.

Em 1960, com o disco Sonhando contigo, tornou-se o primeiro artista brasileiro a ganhar um disco de ouro. A partir de 1964, sua popularidade entrou em declínio, embora tenha continuado a lançar LPs anuais até 1968, totalizando 37 discos em 11 anos de carreira. Na década de 1970, praticamente abandonou a atividade de cantor, dedicando-se à administração de uma casa de diversão de sua propriedade, o Forró 66, no Rio de Janeiro.

Algumas cifras:

Abismo, Alguém me disse, Ave Maria dos namorados, Devolva-me, Estou pensando em ti, Interesseira, Não digo o nome, Onde estás agora?, Quero beijar-te as mãos, Sempre em meu pensamento, Sonhando contigo, Três palavras, Tu, somente tu.

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quarta-feira, 27 de junho de 2007

Altemar Dutra

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Altemar Dutra de Oliveira, cantor, nasceu em Aimorés (MG), em 6/10/1940, e faleceu em Nova York, EUA, em 9/11/1983. Jovem ainda, mudou-se com a família para Colatina (ES), onde começou a interessar-se por música, depois de ganhar da mãe um violão. Aprendeu a tocar por métodos, sozinho.
Apresentou-se pela primeira vez em público num programa de calouros da Rádio Difusora de Colatina, cantando uma música do repertório de Francisco Alves. Classificado em primeiro lugar, nessa e em várias outras vezes, foi incentivado por amigos e radialistas, e aos 17 anos foi para o Rio de Janeiro (RJ), levando uma carta de apresentação para o compositor Jair Amorim, que o encaminhou a amigos do meio artístico.
Arranjou emprego na boate Baccarat, onde também estava iniciando carreira a cantora Leny Andrade. Menor de idade ainda, várias vezes teve de esconder-se do juizado de menores. Na Baccarat conheceu Helena de Lima, que o convidou para cantar na boate O Cangaceiro, uma das casas noturnas mais afamadas do Rio de Janeiro de 1960 a 1965. Ali entrou em contato com várias personalidades do mundo artístico, travando amizade maior com os componentes do Trio Yrakitan.
Gravou seu primeiro disco na Tiger, com Saudade que vem (Oldemar Magalhães e Célio Ferreira) e Somente uma vez (Luís Mergulhão e Roberto Moreira). Por volta de 1963, foi levado por Jair Amorim para o programa Boleros Dentro da Noite, na Rádio Mundial, e no mesmo ano Joãozinho, do Trio Yrakitan, levou-o para a Odeon, onde foi contratado. Logo atingiu os primeiros lugares nas paradas de sucesso com Tudo de mim (Evaldo Gouveia e Jair Amorim), tornando-se conhecido em todo o Brasil.
Em 1964 gravou com grande sucesso Que queres tu de mim, O trovador, Sentimental demais e Somos iguais (todas de Evaldo Gouveia e Jair Amorim). Destacou-se também na América Latina, fazendo apresentações em vários países e gravando um LP com Lucho Gatica: El bolero se canta así.
Com suas versões em espanhol, chegou a vender mais de 500 mil cópias na América Latina. Depois de ter dominado as paradas de sucesso locais, a partir de 1969 passou a conquistar fãs de origem latina nos EUA. Em pouco tempo tornou-se um dos mais populares cantores estrangeiros nos EUA. Apresentava um show para a comunidade latino-americana, no clube noturno La Tranquera, em New York, quando faleceu.
Algumas músicas
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Agustín Lara

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Muitas das canções criadas pelo compositor e poeta mexicano Agustín Lara, como Granada, converteram-se na própria imagem sonora de sua época, tornando seu ator popularíssimo em todo o mundo de cultura latina.
Agustín Lara nasceu em 1900 na Cidade do México. Foi aluno do Colégio Militar, que abandonou para fazer parte, aos 15 anos de idade e como tenente, da guarda pessoal do general revolucionário Francisco Villa. Entre 1920 e 1929, trabalhou como pianista e animador de reuniões sociais, bares e projeções de cinema mudo.
Casou-se com a célebre atriz María Félix e, com o sucesso, sua casa converteu-se em local de reunião de pessoas ligadas à arte e às letras. Sua primeira orquestra, El Son Marabú, contou com duas cantoras excepcionais, Tona la Negra e Ana María Fernández, artífices de sua grande fama.
Lara compôs música e letra de aproximadamente 700 melodias, algumas das quais Granada, Madrid, Valencia, Solamente una vez e María Bonita, alcançaram êxito internacional. Foi também autor de uma opereta, El pájaro de oro. Participou de cerca de trinta filmes. Agustín Lara faleceu na Cidade do México em 6 de novembro de 1970.
Algumas músicas
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Armando Manzanero

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Armando Manzanero nasceu na cidade de Mérida, Yucatán, região do sudeste mexicano, em 7 de dezembro de 1935. Iniciou seus estudos de música aos 8 anos de idade, na Escola de Belas Artes de Mérida, completando sua formação musical na Cidade do México com Rafael de Paz e José Sabre Marroquín.
Começa sua profissão como pianista em 1951. Em 1957 muda-se definitivamente para a Cidade do México como promotor musical da EMMI e como diretor musical da CBS Internacional, onde produz discos para diversos artistas como La Sonora Santanera e Sonia López. Converte-se em um pianista de grandes artistas como Pedro Vargas, Lucho Gatica, Carmela e Rafael, Luis, Demetrio e Daniel Riolobos, entre outros. Sua primeira canção "Nunca en el Mundo" data de 1950, com a qual se realizaram 21 versões em vários países.
Em 1957, Boby Capo grava "Llorando Estoy", e ao mesmo tempo, Lucho Gatica faz o mesmo com uma de suas mais conhecidas canções,"Voy a apagar la luz". Com estas melodias começa a ser reconhecido como compositor internacional. Em 1959, com o apoio de Rafael de Paz, grava seu primeiro disco com melodias de sua autoria.
No início da década de 60 conhece a cantora Angélica María, com quem produz vários discos e músicas para o cinema. Em 1969 Carlos Lico coloca sua balada "No" em primeiro lugar nas listas de popularidade em toda a América Latina. É também nesse ano que produz um disco em dueto com José Alfredo Jiménez.
Desde o início, como pianista, Armando Manzanero acumulou prestígio como autor e cantor, apresentando-se em diversos lugares da América, Europa e Ásia, assim como importantes centros noturnos, hotéis e teatros entre os quais se destacaram: "Lincoln Center" de Nova York, "Memorial" em São Paulo, Brasil, "Canecão", Rio de Janeiro, Brasil, "Teatro Colón", Argentina, no "Madison Square Garden" em Nova York, no "Sport Arena" na Califórnia, no "Teatro Colsubsidio" em Bogotá, Colômbia, no "Teatro Teresa Carreño" em Caracas, Venezuela, no "Teatro Metropolitan", no "Auditorio Nacional" e a "Sala Netzahualcóyotl" no México.
Manzanero escreveu mais de 400 canções, das quais mais de de 50 obtiveram fama internacional, como Esta tarde vi llover, Adoro, No, Contigo aprendí, Cuando estoy contigo, Señor amor, Como yo te amé, No se tú, Parece que fue ayer, Te extraño, Voy a apagar la luz, El ciego, Felicidad, Yo te recuerdo, entre outras.
Participou de numerosos programas de rádio e televisão, gravou mais de 30 discos e musicou vários filmes. Em sua carreira realizou produções para diversos artistas como Amaya, Diango, María Conchita Alonzo,Manuella Torres, destacando-se o disco "Romance" e a co-produção do "Romance II" de Luis Miguel.
Atualmente é vice-presidente da Sociedad de Autores y Compositores de Música de México (SACM) e continua seu trabalho como compositor, produtor e intérprete, sendo o único artista mexicano com uma trajetória ininterrupta.
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Boleros inesquecíveis

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Houve uma época em que se cantava, dançava e praticamente só se respirava o bolero. Esse gênero romântico, de tantas paixões, invadiu vários países, inclusive o Brasil, influenciando a nossa querida MPB. Com certeza esse período já passou faz muito tempo.
Esse ritmo é tão real como a própria vida porque encerra carinho, loucura e paixão, que é fundamental para muitos. Para relembrarmos tão lindo gênero musical, ousei elaborar esta página.
Quase quatro centenas de boleros que marcaram época pela sua beleza e estilo foram compilados e cifrados para o violão. Muitos estão sem cifras ou incompletos, ou, talvez, melodicamente errados. Mas, aos poucos, estou corrigindo as canções e ajustando a página.
Já estão publicadas as biografias, letras e músicas cifradas de vários representantes do gênero como: Agustín Lara (México), Altemar Dutra (Brasil), Armando Manzanero (México), Consuelo Velázquez (México), Gregorio Barrios (Argentina), Lucho Gatica (Chile), Luis Miguel (México), Mario Clavell (Argentina), Rafael Hernández (Porto Rico), Roberto Yanés (Argentina), Trío los Panchos (México) e Trio Yrakitan (Brasil).
Agradeço a todos que contribuíram para atualização desta página, principalmente ao Dr. Enrique Crispin Insaurralde Costa que nos presenteou com mais de 300 boleros. Copiem e cantem os canções que mais gostarem. Muito obrigado pela sua visita! (Everaldo José dos Santos / Itajaí -SC -Brasil, 03/11/2003).
Alguns canções cifradas e letras de bolero




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terça-feira, 26 de junho de 2007

Consuelo Velazquez

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Consuelo Velázquez, pianista e compositora, nasceu em Zapotlán el Grande, Jalisco, México, em 29 de de agosto de 1924. Pouco tempo depois foi levada para a cidade de Guadalajara, onde iniciou seus estudos de música com R. Serratos. Mudou-se para a Cidade do México para estudar na Escola Normal de Música, da qual Serratos havia sido nomeado diretor.
Ali se formou como professora de piano, aos 15 anos de idade (1939). Em pouco tempo compôs o bolero Bésame mucho, popularizado em todo o mundo; logo compôs outras canções, como por exemplo, Que seas feliz, a mais popular de 1956.
Casou com Mariano Rivera, diretor da RCA Victor, empresa que gravou muitos de suas canções. Como pianista ofereceu numerosos recitais no Palácio de Belas Artes e outros locais importantes no país. Foi presidente da Sociedade de Autores e Compositores, a que pertencem 44 países. Entre outras condecorações, foi nomeada compositora da América pelo Conselho Panamericano de Sociedades Autorais. Foi, também, deputada federal a qüinquagésima legislatura no período que corresponde de 1979 a 1982.
Entre suas canções mais conhecidas encontram-se: Bésame Mucho, Que Seas Feliz, No Volveré, Amar y vivir, Anoche, Verdad amarga, Aunque Tengas Razón, Al Nacer este Día, Yo no Fui, Los Pequeños Detalles, Amor sobre Ruedas, Cachito, Orgullosa y Bonita, Canción de Cuna a Josefina, ¡Qué Tontería! ¡Qué Divino!, Chiqui Chiqui, Corazón, Déjame Quererte, Donde Quiera, Enamorada, Enamorado Perdido, Franqueza, Para Ti , Pasional, Pensarás en Mí, Por eso te Quiero, Ser o no Ser, Sólo Amor, Será por eso, Tenaz Obsesión, Tú, Mi Amor, etc.
fonte: Diccionario de Música en México - Gabriel Pareyón
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Músicas estrangeiras

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Miscelânea de canções de outros países, muitas com letras e títulos em português:
Canções hispânicas:
Canções italianas:
Canções francesas:
Alguns tangos:
E o meu acervo de boleros "inolvidables". Alguns boleros (poucos) são do Brasil :
Alguns compositores e cantores estrangeiros já publicados:
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