sábado, 4 de agosto de 2007

Luiz Vicentini

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Luiz Vicentini

O cantor, compositor e violonista Luiz Vicentini nasceu na cidade de Itajaí – SC em 16/08/1962. Autodidata, aprendeu a tocar violão aos doze anos de idade, em um colégio interno, onde ficou por quatro anos e onde compôs suas primeiras canções. Quando deixou o colégio, no final do ano de 1978, com dezessete anos de idade, participou de vários festivais em sua cidade e região, recebendo destaque por suas composições, conquistando assim sua melhor premiação: a confiança para compor cada vez mais, aprimorando seus versos com histórias cantadas com paixão e cercadas de poesia.

Nas duas décadas posteriores têm contato com os músicos Zé Geraldo, Alceu Valença, Oswaldo Montenegro, Belchior, Zé Ramalho, Fagner e outros dessa geração de grandes compositores. Nestas canções que Vicentini recebe toda a influência musical e encontra sua identidade. Toda sua inspiração vem à tona, num ímpeto de criação musical, compondo canções em vários estilos, buscando o seu caminho.

Em 1999, entre 140 composições de sua autoria, escolhe algumas para gravar seu primeiro CD, "Styllos", (produção independente), o qual tem a música Meu violão e eu, classificada na fase estadual, para o Programa "Novos Talentos", do programa do Faustão (Rede Globo).

Incentivado por inúmeros elogios recebidos por esse primeiro trabalho, reúne treze canções de seu vasto repertório e parte para o segundo CD, também independente, intitulado Um dia a gente se vê.

Em 2000 conhece pessoalmente dois de seus maiores ídolos da MPB: Oswaldo Montenegro e Zé Geraldo, pra quem mostra algumas de suas canções, convidando-os a participarem de seu novo CD, o que de fato acontece, tendo a belíssima interpretação de Oswaldo na canção Que eu ame, e o carisma de Zé Geraldo em Um dia a gente se vê, ambas de autoria de Luiz Vicentini. Este CD também conta com a participação da cantora e compositora Nana Toledo, talento regional, em Sem medo, e o Coral da Fundação Universitária de Blumenau - FURB, em Passarinhos, sob a regência do maestro Eusébio Kohler.

Lançado no ano de 2002 , Um dia a gente se vê contém um clip com Luiz e Zé Geraldo, bem como o making-off da gravação. Neste CD, percebe-se ainda mais sua afinidade e perseverança com as raízes daqueles que o influenciaram, tornando presente em suas canções aquela que seria sua marca mais forte: o conteúdo expressivo de suas letras em melodias simples, traduzindo a vida em seu cotidiano, com o requinte da poesia em sua essência.

Em 2004, lança o DVD do show Um dia a gente se vê, gravado ao vivo no Galpão das Artes, em Itajaí - SC.

No dia 31 de Maio de 2007, no palco do Teatro Carlos Gomes, em Blumenau - SC apresenta para seu público seu mais recente trabalho, intitulado Novas Canções, um CD que reúne quatorze músicas de sua autoria, incluindo duas 'faixas interativas', nas quais participam o exímio guitarrista Jean Trad e a intérprete Nana Toledo. Para valorizar ainda mais esse novo trabalho e deixá-lo mais eclético, é que apresenta também, grandes talentos como Louise Lucena, Renato Borghetti e coral da Univali.

CDs: Styllos (1999); Um dia a gente se vê (2002); Novas Canções (2007).

Músicas cifradas: A saudade, Acredito em ETs, Antes que o sol desapareça, Bicho da paz, Bola sete, Bons tempos, Canções de Raimundo, Côco de Maracatú, Como um punhal, Da semente à raiz, Diamantina brasileira, Essa menina, Eu quero, Fim do mundo, Inspiração, Laços e nós, Lua velha, Luzes de neon, Meu coração, Meu violão e eu, Namoro em prestação, O sapo, Paraíso, Passarinhos, Pode crer, Quando amanhecer, Que eu ame, Se acaso, Sem eira, nem beira, Sem medo, Sinfonia dos bichos, Teu perfume, Tio Duda, Toda vez que canto, Um dia a gente se vê, Vício.

Fonte: Luiz Vicentini - Site Oficial

(Publicação dedicada a todos os fãs deste grande artista itajaiense, em especial a Larissa Carla Coelho pela sugestão).
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Francis Hime

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Francis Hime

Rio de Janeiro, 31 de agosto de 1939. Foi nesse dia que nasceu Francis Victor Walter Hime. Neto de pianista e filho de pintora, o carioca teria mesmo que ser artista. Tanto que aos seis anos de idade começou a fazer aulas de piano. Com 16 foi pra Suíça, onde estudou música durante quatro anos.

Francis Hime começou a despontar no cenário musical brasileiro na década de 60. Logo de cara, o artista teve um importante parceiro: Vinícius de Moraes. A primeira composição de Francis com o Poetinha foi "Sem Mais Adeus", em 1962. Nessa mesma época, Francis conhecia uma moça muito especial, que anos mais tarde passou a se chamar Olívia Hime.

Música era a sua paixão. Apesar disso, o artista resolveu cursar engenharia. E seguiu assim, dividindo o tempo entre a faculdade e os shows. Participou de festivais, sempre como compositor, tendo como intérpretes de suas músicas Elis Regina (Por um Amor Maior, com Ruy Guerra), MPB-4 (Anunciação, com P. C. Pinheiro), Jair Rodrigues (Samba de Maria, com Vinícius de Moraes).

Nos anos 70 suas parcerias com Chico Buarque o fizeram mais conhecido. São da dupla alguns clássicos da MPB, como Trocando em miúdos, Passaredo, Meu caro amigo, Vai passar, Quadrilha, Atrás da porta e Pivete.

Sempre atual, Francis está presente na carreira de importantes intérpretes brasileiros, de várias gerações.Sob forte influência de música clássica, é reconhecido também como excelente arranjador. Aproveitando os diversos talentos, lançou o primeiro disco individual, em 1973.

Na mesma época atuava ainda em cinema. Aliás, na década de 70, era um dos compositores preferidos dos cineastas brasileiros. Compôs trilhas para diversas produções nacionais, entre elas “Dona Flor e Seus Dois Maridos”.

Fontes: Francis Hime; Dicionário Cravo Albin da MPB; CliqueMusic.
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Nelson Mota

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Nelson Mota (Nelson Cândido Mota Filho), compositor, nasceu em São Paulo SP em 29/10/1944. Fez estudos no Rio de Janeiro, para onde se mudou com a família aos seis anos. Chegou a cursar a Faculdade de Direito e a Escola Superior de Desenho Industrial.

Aos 20 anos ligou-se ao pessoal da bossa nova, amigo de compositores de sucesso como Edu Lobo, Francis Hime, Luís Eça, Sérgio Mendes e Dori Caymmi. Nessa época trabalhava como jornalista no Jornal do Brasil.

Em 1966 classificou em primeiro lugar, na fase nacional do 1 FIC, da TV-Rio do Rio de Janeiro, a composição Saveiros (com Dori Caymmi). Foi então convidado por Flávio Cavalcanti para integrar o júri do programa Um Instante, Maestro, o que lhe valeu grande popularidade.

Em 1967, inscreveu no III FMPB, da TV Record, de São Paulo, a composição O cantador (com Dori Caymmi), que se tornou outro grande sucesso. Convidado a assinar a coluna “Roda viva” no jornal Última Hora, nele permaneceu até 1969 passando no ano seguinte a trabalhar no jornal O Globo e na Rede Globo de Televisão.

Fez durante muito tempo o programa diário Papo Firme e depois o programa semanal Sábado Som. Criador da primeira trilha sonora especial para novelas (Pigmalião 70), foi também produtor de discos da fábrica Philips.

Em 1973 casou com a atriz Marília Pêra, produzindo no ano seguinte a peça Apareceu a Margarida, de Roberto Ataíde, que foi grande sucesso da atriz. Em seguida, escreveu e produziu especialmente para Marília Pêra a peça Feiticeira, cujas músicas são também de sua autoria e de Guto Graça Melo.

Grande incentivador do rock no Brasil produziu o festival Hollywood Rock, no Rio de Janeiro.

Obras: O cantador (c/Dori Caymmi), 1967; De onde vens (c/Dori Caymmi), s.d.; Saveiros (c/Dori Caymmi), 1966.

Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e PubliFolha.
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Sucessos de 1859

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A história da MPB com as músicas que se destacaram ano por ano até 1985. Em muitos casos a música aparece no ano em que fez sucesso e não quando foi feita. Um exemplo disso é a música "Carinhoso" composta por Pixinguinha em 1917 e que aparece em 1937, porque esse foi ano em que se destacou com o público.

Na foto, tirada em 15/11/1916, um grupo do "chorões" do Rio de Janeiro com o Sinhô no centro dela.
1859
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Sucessos de 1866

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1866
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Sucessos de 1880

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1880
Na casa branca da serra (modinha) - Guimarães Passos
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Sucessos de 1901

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1901
Ò abre alas (marcha-rancho) - Chiquinha Gonzaga
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Sucessos de 1902

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1902
A conquista do ar (Santos Dumont) (marcha) - Eduardo das Neves
Borboleta gentil (valsa) - Autor desconhecido
Isto é bom (lundu) - Xisto Bahia
Me compra Ioiô (cançoneta) - Ernesto de Souza
O arame (cançoneta) - Ernesto de Souza
O fadário (Medrosa) (canção) - Anacleto de Medeiros e C. da P. Cearense
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Sucessos de 1903

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1903
Os boêmios (tango) - Anacleto de Medeiros e Catulo da Paixão Cearense
Perdão, Emília (modinha) - José Henriques da Silva e Juca Pedaço
Quem inventou a mulata (cançoneta) - Ernesto de Souza
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Sucessos de 1904

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1904
Alvorada das rosas (romança) - Júlio Reis
Corta-Jaca (Gaúcho) (tango) - Chiquinha Gonzaga
Margarida (mazurca) - Patápio Silva
Primeiro amor (valsa) - Patápio Silva
Rato, rato (polca) - Casimiro da Rocha e Claudino da Rocha
Saudades de Matão (Francana) (valsa) - Jorge Galati
Serenata do amor (romança) - Patápio Silva
Sonho (romança) - Patápio Silva
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