
A seguir vieram os contratos nas Rádios Nacional, Tupi, Transmissora e Globo e apresentações nos shows de gala dos extintos cassinos da Urca e de Icaraí onde dividiu o palco com grandes astros internacionais como : Pedro Vargas, Tito Guizar e Afonso Ortiz Tirado.
Suas primeiras gravações em disco foram na RCA Victor e as demais na Odeon, Columbia (Atual Sony), Continental, Copacabana, Mocambo, Sinter (Atual Philips) e Caravelle. Das inúmeras gravações em LPs, compacto e 78 rotações, várias tornaram-se sucesso: Miss Brasil, de Wilson Batista e Jorge de Castro (Marcha em homenagem a Marta Rocha, a baiana eleita miss Brasil em 1954), Não sei se é castigo, de Heitor dos Prazeres, O grito de uma raça, que fez parte da trilha sonora do filme Rio Zona Norte, um clássico do cinema nacional, Valsa da formatura, de Lamartine Babo e José Maria de Abreu.
Sua última gravação foi Namorado da Lua de autoria de Geraldo Nunes, Miguel Lima e Alvimar Leal em disco Caravelle em 1963. Embora sempre gravando composições de autores famosos: Ataulfo Alves, Lamartine Babo, Heitor dos Prazeres, Jose Maria de Abreu, Jair Amorim, Peter Pan, Kid Pepe e outros, Victor também lançou novos compositores que mais tarde viriam a se consagrar, dentre eles Nelson Cavaquinho e Adelino Moreira, cujo primeiro sucesso foi o samba-canção Meu Castigo de parceria com Ari Vieira gravado por Victor Bacelar na década de 50.
Fonte: Collector's
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